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Seminário Teológico Império Geração Jesus Cristo (GRATUITO)Com o Pr. Tupirani - Aos Domingos de: 09:30 às 11:15. No Império Geração Jesus Cristo: Rua Mariano Procópio, nº 35 - Santo Cristo |
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CapaSeminário Teológico IMPÉRIO GERAÇÃO JESUS CRISTO
ÍNDICE
Arrependimento – 04 Fé e Conversão – 05 Perdão e Justificação – 07 Regeneração – 09 O r a ç ã o – 11 Santificação – 12 Ressurreição e Glorificação – 14 Cronologia Escatológica – 16 - Reinado do anticristo - Arrebatamento da Igreja - Grande Tribulação - Armagedom - Vinda de Cristo - Milênio Crescimento Espiritual – 17 B a t i s m o s – 19 Ceia (memorial) – 21 Dízimos e Ofertas – 23 Os Atributos de Deus – 25 Eleição e Predestinação – 28 Os três Batismos – 30 A Segunda Vinda de Cristo – 32 As Setenta Semanas de Daniel – 33 As Duas Testemunhas – 35 As Profecias de Daniel – 42
Líder : Não é quem dá ORDEM, mas sim quem dá EXEMPLO. ( Pastor Tupirani H. Lores )
( Rua Mariano Procópio, 35 – Santo Cristo )
Introdução às Doutrinas Básicas da SalvaçãoSEMINÁRIO TEOLÓGICO IMPÉRIO GERAÇÃO JESUS CRISTO (DIREÇÃO GERAL - PASTOR TUPIRANI H. LORES) DOUTRINAS BÁSICAS DA SALVAÇÃO
TEMA: INTRODUÇÃO ÀS DOUTRINAS DA SALVAÇÃO
1º) – COMO A BÍBLIA CHEGOU ATÉ NÓS: Ao princípio, a história sagrada e as profecias eram transmitidas oralmente, pelos patriarcas ou chefes de famílias que, passavam de geração em geração todo o conhecimento que tinham a respeito de Deus, suas experiências e revelações (Gen.18:19; - Deut.6:6-9). Com o desenvolvimento da civilização, tornou-se necessário criar símbolos gráficos que transmitissem as idéias a serem enviadas a distâncias maiores. Surgiu primeiramente a escrita ideográfica ou pictográfica. Um exemplo conhecido ainda hoje são os hieróglifos dos egípcios – (4000 anos A.C.). Posteriormente, cerca de 2000 A.C. os fenícios criaram a escrita cuneiforme ou em forma de cunha, dando origem ao que hoje chamamos de alfabeto.
2º) – MATERIAS USADOS : No princípio, os mais antigos utilizavam pedra, cerâmica, ponteiros, estiletes, etc. – (4000 A.C.) . Depois surgiram outros materiais, que abordaremos a seguir:
– O PAPIRO: Foi descoberto no Egito cerca de 3000 anos A.C. È uma espécie de entrecasca, tirada de planta aquática também chamada de junco, existente as margens do Rio Nilo. Este material, depois de preparado, formava um rolo que é muito citado na Bíblia: (Sal. 40:7; Jer.36:2,14-15; Is.18:2; Jó 8:11). Era escrito com penas de aves e tinta de carvão vegetal.
– O PERGAMINHO: Foi descoberto pôr volta de 1700 A.C. pêlos Egípcios e babilônios. Era feito de peles de animais e era mais durável que o papiro. Aparece na Bíblia em 2 Tim.4:13. Porém, os originais do Novo Testamento foram escritos em rolos de PAPIRO, exceto algumas Epístolas.
– O PAPEL: A palavra papel é derivada de PAPIRO. Surgiu na China II Séc. A.C. e era extraída de fibras vegetais. Em 1436 D.C. Gutembergue descobriu a imprensa e, a partir de 1792 D.C. com o aperfeiçoamento do papel e da Imprensa, começou a comercialização do papel para todo o mundo. Isto tornou mais fácil a impressão da Bíblia.
3º) – A COMPOSIÇÃO DA BÍBLIA:
A Bíblia é composta de 66 livros, desde Gênesis a Apocalipse, e se divide em duas grandes partes: VELHO TESTAMENTO e NOVO TESTAMENTO: O Velho Testamento é composto de 39 livros e o Novo Testamento de 27. Cada livro é dividido em “CAPITULOS’ que são os números maiores, e cada capítulo é dividido em ‘VERSÍCULOS’, que são números menores. Nas traduções evangélicas, tanto os nºs dos capítulos como os dos versículos estão localizados na margem esquerda das páginas, e em prumada reta. Ex., ver Bíblia.
A) – ABREVIAÇÃOES: No início do Velho Testamento assim como no inicio do Novo, você encontra um índice com o nome de todos os livros da Bíblia pôr extenso e também abreviados. Ex.: João = Jó., Gêneses = Gen., Êxodo = Ex., Salmos = Sal. Ou SL., -Mateus = Mt ou Mat., Jó = Jó, Apocalipse = Apc. Ou Ap., 1º Coríntios = 1º Cor., Efésios = Ef., etc.
REFERÊNCIAS: Dá-se o nome de referência quando numa lição citamos textos diversos. Exemplos: Sal. 1.2 = Salmo 1 verso 2; Apc. 1.1-3 = Apocalipse cap.1 versos de 1 a 3; Jo. 8.36,31-32 = João cap. 8 versos 36 e de 31 a 32. NOTA: 2º Jo. 3º Jo. e Judas só tem um cap. Cada, são as exceções. Neste caso, só citamos os versos. Ex. 3º Jo 3-5 = terceira João versos de 3 a 5, etc.
C) - ALGUNS TÍTULOS DA BÍBLIA
Escrituras ou Sagradas Escrituras: Mat. 21.42; Rom. 1.2 palavra de Deus: Marc. 7.13; Heb. 4.13; Heb. 4.12 – Livro do Senhor: Isaías 34.16 – Lei de Deus: Rom.3.21; Sal 1.1-2; Josué 1.8-9.
4º) _ AUTOR E ESCRITORES DA BÍBLIA: É bom distinguir autor de escritor. Autor é aquele que tem idéia, inspiração ou invenção da obra. Escritor é apenas aquele que escreve o que o autor determinou. Há casos em que o autor também é o escritor, mas no caso da Bíblia o autor que é Deus, só escreveu os DEZ MANDAMENTOS com o seu dedo nas tábuas de pedra e do meio do fogo – (Deut. 9.10; 10.4; Ex. 20.1-17).
- O AUTOR DA BÍBLIA É DEUS: Pois nenhum ser humano poderia ser autor de semelhante obra que até os céus nos faz conhecer. A Bíblia registra coisas que são anteriores a criação do mundo e do homem e anuncia tudo o que há de acontecer até o fim do mundo. Na Bíblia encontramos tudo o que precisamos tanto para a vida material como espiritual. Vejamos alguns exemplos e textos que provam que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que Deus é o seu autor, porque permanece no céu: Sal. 119.89; Isaías 53 descreve a vida de Jesus, sua morte por nós e até o tipo de sua sepultura. Ensina que foram os pecados dos que crêem que crucificaram a Jesus na cruz e que Ele os carregou sobre Si, e isto 750 anos A.C. Sal. 2.7 mil anos A .C. e Is. 7.14, 750 anos A.C. falam que Jesus seria gerado pelo Espírito Santo e nasceria de uma virgem. Sal. 22.7-18 mil anos A.C. registra a crucificação de Jesus descrevendo todos os detalhes daquela cena. Os versos 16 e 18 dizem: “traspassaram-me as mãos e os pés, repartem entre si as minhas vestes e lançam sortes sobre a minha túnica. Tudo isto ensina que Deus inspirou os profetas e escreverem estas coisas, pois nenhum homem poderia registrar tais fatos de 700 a mil anos antes de acontecerem com tamanha precisão de detalhes. 2º Tim. 3.16 e 2º Ped. 1.20-21 dizem que nenhuma parte da Escritura Sagrada é de interpretação humana, mas Deus inspirou os profetas para escrevê-la. Ver Sal. 119.33-40; 97-104.
OS ESCRITORES DA BÍBLIA: A Bíblia foi escrita por cerca de 40 pessoas inspiradas por Deus, das mais diferentes classes sociais. Desde boiadeiro (vaqueiro) como Amós, a estadista como Daniel e reis como Davi e Salomão, num período de aproximadamente 1600 anos (naturalmente que houveram vários intervalos). No entanto, todos os 66 livros guardam uma perfeita harmonia entre si em todos os seus ensinamentos. Sal. 119:140.
5º) A BÍBLIA COMO LIVRO: A palavra Bíblia vem do grego Biblion, que quer dizer: conjunto de livros ou biblioteca. A Bíblia é a Palavra de Deus revelada aos homens. É um dos livros mais antigos, o mais vendido, o mais lido e o mais importante em todos os tempos e em todo o mundo. Está traduzida em mais de 1800 língua e dialetos. A Bíblia ensina tudo que cada pessoa precisa para ser feliz neste mundo. Vejamos alguns ensinamentos: Vida matrimonial, filhos e pais, pais e filhos, veja Ef. 5.22-33; 6.1-4. Empregados e patrões Ef. 6.5-9. Poupança Mt. 25.14-30, inflação Ageu 1.5-11; 2..16-19. etc. A mensagem central da Bíblia e que é o assunto mais importante é revelar a pessoa de Jesus Cristo como o único que tem poder para salvar. Só Jesus salva, cura, liberta e batiza com o Espírito Santo. Sobre salvação estudaremos nos próximas lições. Jo. 5.24. Finalmente, dizemos que a Bíblia revela Deus aos homens, revela como podemos ser salvos por Jesus Cristo e revela o homem a si mesmo. Só através da Bíblia nos conhecemos verdadeiramente. Deus lhe abençoe.
O ArrependimentoTEMA: O ARREPENDIMENTO
INTRODUÇÃO: Estamos iniciando o estudo de uma série de lições sobre as doutrinas básicas da salvação. Vamos estudar sobre o arrependimento que é o ponto de partida para todos os que quiserem ser salvos por Jesus Cristo. 1°) DEFINIÇÃO DE ARREPENDIMENTO: Arrependimento é o reconhecimento de que somos pecadores. Falhamos, erramos, somos carentes e necessitados das misericórdias de Deus. É a predisposição de não pecar mais e de lutar para vencer as fraquezas e tentações da nossa carne. É nos humilhando aos pés do senhor, suplicando misericórdia e perdão. É dar meia volta, abandonando o caminho de pecado em que vivíamos, e passando a viver o caminho do Evangelho de Jesus Cristo. É bom notar que arrependimento e remorso são coisas diferentes. O remorso é a pessoa saber que errou, mas não querer abandonar o erro. É não reconhecer que deveria tê-lo evitado. Ela está pronta a errar de novo e errará. Foi o caso de Judas (Mat. 27.3-5). Remorso: 1- angústia de consciência por culpa ou crime. Arrependimento 1- Sentir pesar por erros. 2-Mudar de parecer. O verdadeiro arrependimento que opera em nós o perdão e a salvação provém de Deus. Nos causa tristeza por havermos pecado. Dá-nos o desejo de não pecar mais e alegria por estarmos salvos (2° Cor. 7.9-10 Atos 3.19).
2°) A NECESSIDADE DE ARREPENDIMENTO: O arrependimento é a necessidade primeira de todo aquele que deseja ser salvo. Sem arrependimento não há perdão e sem perdão não há salvação. Vejamos o que diz a Bíblia: Rom 3.23; “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Rom. 3.12; “Todos se extraviaram e se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só”. Ecl. 7.20; “Não há homem justo sobre a terra...”. Pelos textos citados aprendemos que todas as pessoas são pecadoras. Isaías 64.6 diz que nossas justiças são como trapo de imundícia e Isaías 59.1 e 2 diz que nossos pecados fazem divisão entre nós e nosso Deus. Está portanto claro a necessidade de arrependimento para que recebamos o perdão e a salvação ( atos 2. 37-38).
3º) COMO OCORRE O ARREPENDIMENTO: Quando alguém ouve a pregação do Evangelho o Espírito santo convence-o do pecado, da justiça e do juízo (João 16.7 a 11). A pessoa é convencida e recebe entendimento ao ouvir a pregação ou ler o evangelho. Caso esta feche o coração e não aceite, continuará perdida e sob condenação. Porém, aceitando Jesus Cristo como único salvador e Senhor, Deus opera nela o arrependimento (Atos 11.18, 12:3, Tm. 2.25) recebendo tal pessoa o perdão e a salvação. A doutrina do arrependimento é tão importante, que o início do ministério de João Batista e do próprio senhor Jesus foram marcados pela pregação incisiva da necessidade de arrependimento (Mat 3. 1-2, 4.17). O arrependimento sincero opera nas três áreas principais da vida.
INTELECTO OU MENTE: A pessoa passa a ter um entendimento diferente de todos os pecados que envolveram sua vida passada. Descobre então que pelo arrependimento, recebe perdão e salvação.
EMOÇÕES: A pessoa passa a sentir tristeza por ter pecado, e então recebe alegria por não viver pecando mais e saber que já está salva.
VONTADE E DISPOSIÇÃO: A pessoa é movida a viver segundo a vontade de Deus e se dispõe a servi-lo e a adorá-lo. O arrependimento sincero é procedido pelo confessar a Deus os pecados (Sal. 32.5, I João 1.8 a 10), abandoná-los (Prov. 28.13 Isaías 55.7) e pelo voltar-se para Deus (I Tes. 1.9).
4º CARACTERÍSTICAS DO ARREPENDIMENTO: Pelas características a seguir qualquer pessoa pode saber se já experimentou ou não o verdadeiro arrependimento. Ocorre na pessoa arrependida uma mudança de pensamento em relação a Deus, em relação ao seu próximo e em relação aos seu pecados. O arrependimento condena hoje o que aprovava ontem. O arrependimento passa a ver as coisas através dos olhos de Deus. Passa a amar e admirar tudo que Deus criou e, em toda a obra da criação, descobre o poder e a glória de Deus (Sal. 19 sal.8). Antes do arrependimento a pessoa quer fazer a sua própria vontade e dirigir os seu próprios caminhos, porém, depois de arrepender-se, ela quer fazer a vontade de Deus e por Ele ser dirigida. Antes de arrepender-se, procura esconder os seus pecados e justificar a si mesma (Luc. 16.15 Mat. 23.27-28). Depois do arrependimento sincero promove um esforço para abandonar o pecado e cria a disposição de seguir a Jesus. O arrependido abandona toda a idolatria em que antes se apoiava e crê exclusivamente em Jesus Cristo.
5º RESULTADO DO ARREPENDIMENTO: É bom lembrar que ninguém merece o perdão nem a salvação, mas Deus perdoa e salva de graça e por graça, a todos que se arrependem e pela fé crêem em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. O arrependimento portanto gera a fé salvadora e daí em diante, nos abre a porta a todas as bênçãos do Evangelho. O nosso arrependimento proporciona grande alegria entre os anjos de Deus nos céus (Luc. 15.7-10), derruba a barreira do pecado e nos concede comunhão com Deus. O arrependimento ocorre no início para salvação e permanece em zelo, para purificação. O crente depois de salvo ainda poderá pecar. Deverá logo arrepender-se, pedir perdão a Deus e então será purificado pelo poder do sangue de Jesus (I Jo. 1.7). O resultado do arrependimento é perdão, salvação e bênçãos abundantes de Deus. CONCLUSÃO
O arrependimento é necessidade imperiosa. Todos são pecadores e sem arrependimento não há perdão nem salvação.
O arrependimento ocorre por obra do Espírito Santo quando lemos ou ouvimos a pregação do Evangelho e aceitamos de todo coração a Cristo e seu sacrifício por nós.
A pessoa arrependida descobre que está salva e agora é um nova criatura (2 Cor. 5:17) pelas características novas que envolvem todo o seu ser.
Para Deus, os nossos pecados depois de perdoados são como se nunca tivessem existido. O resultado do arrependimento é o perdão, a salvação e as bênçãos abundantes de Deus. Fé e ConversãoTEMA: FÉ E CONVERSÃO
INTRODUÇÃO: Na lição anterior estudamos sobre arrependimento. Hoje vamos estudar sobre a fé e a conversão. Este é um dos estudos de maior importância dentro do plano de deus para a salvação.
1º) - DEFINIÇÃO DE FÉ: A melhor definição da palavra fé, no sentido bíblico está em Heb. 11.1 que diz: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”. A fé é algo invisível, mas sensível. É como uma rocha na qual nos apoiamos nesta vida e principalmente na eternidade. Esta rocha é Jesus Cristo. Fé significa crer e confiar em Deus e em sua palavra. É crer que Jesus nos salva pela sua morte na cruz. (Rm. 10.2-4); (Naum 1:7)
2ª) - O VALOR DA FÈ: Está relacionado com o valor daquilo em que esta se baseia ou apóia. Todas as pessoas têm capacidade de depositar fé em alguma coisa. Pôr exemplo: confiar na riqueza, no homem, nos amigos, nas boas obras, na caridade. Achar que vai ser salvo porque não faz mal a ninguém, não mata, não rouba, etc., ou confiar nas imagens de santos, figas, patuás e outras supertições.Se alguém tem fé em algumas destas coisas materiais visíveis, essa fé nada vale porque todas estas coisas perecem com o tempo – (Ef. 2:8-10). Quando a crença é depositada na palavra de Deus e a confiança está em Deus e em Cristo, isto constitui a fé que salva (João 5:24 – Heb. 12:2). I Ped.1:7 nos fala da verdadeira e única fé, indestrutível e eterna, que é a fé em Jesus Cristo. Esta fé vale mais do que toda a riqueza do mundo e é a única que pode salvar.
3º) - COMO ADQUIRIR A FÉ: Rom. 10:17: “A fé vem pelo ouvir e o ouvir a palavra de Deus”. Quando alguém lê ou ouve a pregação do Evangelho e o aceita, o Espírito Santo de Deus faz nascer a fé salvadora no sacrifício de Jesus Cristo. Atos 4.4 diz que quase cinco mil pessoas ouviram, creram e foram salvas. A fé se adquire pelo desejo de conhecer mais de Deus (I Ped. 2.2), pelo estudo e meditação da bíblia (Josué 1:8,9 – Salmos 1:1,2), pelo obedecer e guardar os ensinamentos bíblicos (Apc.1:3) e pelo servir a Cristo (Heb. 5:12,14). A fé começa na conversão e deve crescer no dia a dia de nossa vida (II Tes. 1.3, Judas 20), crescendo até a estatura do varão perfeito (Efésios 4.12,13). Com a fé crescendo em nós, cresce também a certeza, a segurança, a luz de Cristo e a vida. Quem busca o conhecimento de Deus, pela fé, alcança o conhecimento mais amplo, profundo e perfeito.
4º) – ATUAÇÃO DA FÉ EM NÓS: A fé que salva pôr Jesus Cristo nos faz entender que a Bíblia é a Bíblia é a palavra de Deus e que para os que não crêem, existe a condenação. A fé envolve as três faculdades da pessoa que são: intelecto, emoções e vontade. O nosso intelecto crê nas verdades do Evangelho, mesmo condenando nossa forma de vida passada. O nosso lado emocional confia em tais verdades e encontra nelas prazer. A nossa vontade as aceita e se dispõe a fazer a vontade de Deus. O sentido da palavra CRER, que é fruto da fé como em João 3:16, é: repousar ou apoiar-se sobre um firme fundamento unindo a pessoa que crê ao objeto de sua fé, que é Jesus Cristo.
5 - COMO A FÉ NOS SALVA: A fé é o fundamento (Hb. 11.1) do templo espiritual de nossas vidas (II Ped. 1:5,7), Jesus nos salva pôr graça (favor não merecido). Não basta saber que Jesus é o Salvador, mas é necessário apropriar-se de Cristo e a Salvação que Ele nos oferece. A fé conduz nossa alma ao descanso em Cristo , mas é preciso crer que foram os nossos pecados que crucificaram a Jesus na Cruz do Calvário. Ele os carregou sobre si (Is. 53: 4-6) pôr amor a nós para nos salvar e nos livrar da condenação do inferno. Jesus sofreu pôr nós o que nós deveríamos sofrer . Quem crer assim será salvo. Esta é a forma da fé que salva. Jesus salva sozinho(mediante a fé). Todo o mérito e glória da fé e da salvação pertence a Deus porque nos foi dado pôr Deus (IS.42:8 – Rom.11:36).
6º) O RESULTADO DA FÉ
A) SALVAÇÃO: O primeiro resultado da fé em Jesus Cristo e seu sacrifício é a salvação. A seguir, a fé promove em nós a conversão. (PROCESSO QUE VAI ALCANÇANDO TODAS AS ÁREAS DE NOSSA VIDA).
B) CONVERSÃO INTERIOR (conceitos): Converter significa mudar de direção . A conversão envolve o arrependimento e a fé, a operação do Espírito Santo, a nossa aceitação e participação. Consiste em abandonar o pecado e seguir a Jesus. Pela conversão a pessoa vai sendo transformada na semelhança de Cristo (I João 3:2-3 – Sal. 51:10). O arrependimento deve repetir-se todas as vezes que alguém pecar e afastar-se de Deus. A pessoa deve arrepender-se, abandonar o pecado e aproximar-se de Deus (I João 1.7).
C) CONVERSÃO EXTERIOR ( testemunho): A conversão é observada no lado humano – (externo) da salvação. Uma pessoa que apresentava extremos em suas atitudes, agora deve apresentar moderação – (Atos 3:19). Isto é o testemunho. Ela odeia agora as coisas que antes amava e ama as coisas de Deus que antes desprezava ou desconhecia. Isto é um sinal para todos que esta pessoa se converteu a Jesus e que Deus transformou o seu coração (Ez. 36:36).
D) CONVERSÃO DOS IDOLOS : I Tes. 1:9 diz que os crentes se converteram dos ídolos a Deus. Ídolos na Bíblia NÃO SÃO SOMENTE imagens de santos, figas, patuás, santinhos e coisas semelhantes a estas que tenham algum vínculo espiritual e que tomem o lugar de Deus em nosso coração. Ex. 20:1-6 Deus proibiu fabricar as imagens, proibiu crer nelas e proibiu adorá-las. Em Deut. 7.25-26; 27:15 Deus manda quebrar e destruir tudo que for imagem, dizendo que são maldição. Desde Gênesis a Apocalipse a Bíblia condena toda a sorte de imagens e a idolatria, que é o crer, adorar, venerar ou ter respeito pôr elas. A seguir citamos outros textos que falam sobre isto: Sal. 97:7, Is.42:8, Sal.115:4-8, Is.44:9-20; 45:16,20; 46:5-10, I Cor.10:14-21,28, II Cor.6:14-18, I João 5:21, Apoc.2:14,20; 9:20,21; 21:8; 22:15. Há muitos outros textos que falam a mesma coisa. OBS.: Idolatria não é uma imagem somente, mas tudo que de alguma maneira aplicamos qualquer devoção, por exemplo: uma ROSA que digamos estar ungida, uma peça de roupa, em fim qualquer objeto confeccionado por mãos humanas, ao qual devotamos alguma confiança e não exclusivamente na PALAVRA DE DEUS( o único mediador entre nós e Deus, é Jesus Cristo homem, At.4:12). Obs.: A maior fonte de idolatria na sociedade brasileira é a chamada IURD.
CONCLUSÃO
A) SOBRE A CONVERSÃO: Atos 3.19 manda que nos convertamos. I Tes. 1.9 mostra o povo convertido. Após conhecermos a verdade só nos restará a conversão, ou sermos condenados., (Jer. 31.18-19 – Lam. 5:21).
B) SOBRE FÉ
n A fé em Jesus Cristo nos dá salvação e segurança eterna. n A fé em Jesus Cristo vale mais do que toda riqueza do mundo. n A fé se adquire pelo ler, meditar e/ ou ouvir a palavra de Deus. n A fé é o alicerce de nossa vida espiritual. Atua no intelecto, nas emoções e na vontade fazendo-nos servos de Deus. A fé promove a conversão a Cristo liberando-nos do mundo e do pecado. n A fé em oração, sem duvidar, nos dá vitória e nos faz bênçãos para outros. Sem fé é impossível agradar a Deus (Heb. 11:6). n Sirvamos pois a Deus com fé. (Que Deus lhe abençoe ricamente, Amém) Perdão e JustificaçãoTEMA: PERDÃO E JUSTIFICAÇÃO
1º) DEFINIÇÃO DE PERDÃO E JUSTIFICAÇÃO
Perdão é o ato divino de apagar os nossos pecados. Pecado é toda a atitude, ou seja, obras contrária a vontade de Deus. É, em síntese, desobediência as normas que Deus estabeleceu para nós na sua palavra. O perdão é portanto o meio divino de tornar nulos os nossos pecados. Justificação é uma providência tomada pôr Deus de nos declarar justificados em Cristo Jesus para todo sempre. Quando pela fé cremos em Jesus, isto é o bastante para Deus nos justificar, imputando-nos a justiça de Cristo. Atenção : Ninguém peca em pensamento (Tg.:1:12 – 15 ). 2º) A NECESSIDADE DE PERDÃO: Todos necessitam de perdão porque todos são pecadores. Rom. 3:23 diz: “ Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. “Rom. 3:12 diz: “Todos de extraviaram e se fizeram inúteis”. Ecl. 7:20 diz: “Não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque. “Assim está claro a necessidade de perdão. Todo são pecadores e sem perdão não há salvação.
3º) COMO OCORRE O PERDÃO: Para haver perdão é necessário que haja arrependimento. Arrependimento significa reconhecer que somos pecadores, que erramos e que falhamos, envolvendo ainda um esforço para abandonarmos o pecado – (Prov. 28:13). O pecado atua em três direções: contra Deus, contra nosso próximo e contra nós mesmos. Também o perdão funciona em três direções: precisamos do perdão de Deus, precisamos perdoar o nosso próximo e a nós mesmos. O texto de Marcos 11:25-26 nos fala de duas direções do perdão. Deus só nos perdoa se perdoarmos os outros também. Mat. 18:21-22 e 6:12-14 recomenda perdoar até setenta vezes sete. Isto quer dizer perdoar sempre. É assim que Deus quer que nós façamos e então Ele fará conosco assim também . A terceira direção é perdoarmos a nós mesmos . Há pessoas que sofreram traumas ou envolveram-se em pecados tão grosseiros e perversos, que mesmo depois de crerem em Jesus e serem perdoadas, e salvas, ainda vivem oprimidas pela lembrança das coisas passadas. Vejamos o que diz a Bíblia em 2º Cor. 5:17: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. “ Is. 1:18; Is.43:25 e Jer. 31:34 está escrito: “dos teus pecados não me lembrarei mais.Mesmo que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão brancos como a lã. “Se Deus já o perdoou e deles não se lembra mais, pôr que vamos nós ainda nos lembrar e carregar o peso dele? Perdoe a si mesmo. 1º João 3:20 diz: “Se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração. “João 8:32, 36 diz: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. “ 1º João 1:7 diz: “O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado .”
4º) A NECESSIDADE DE JUSTIFICAÇÃO: A justificação é uma das mais importantes doutrinas da salvação. Sem a justificação não haveria salvação. Salvação é portanto o alvo para onde conduzem o arrependimento, a fé, o perdão e a regeneração. O perdão apaga os pecados mas não pode desfazer o mal que eles causaram. Pôr isso, Deus tem a justificação para cobrir todos esses males. A justificação é uma necessidade para que o crente tenha certeza absoluta de que está salvo, seguro, aceito pôr Deus e para criar uma relação de pai para filho e filho para pai entre o crente e Deus. A justificação promove em nós uma mudança de posição. De pecadores, filhos da ira e condenados passamos a filhos de Deus, irmãos mais novos de Jesus e cidadões dos céus - (João 1:11-12; Filip. 3:20-21). A salvação e a justificação são só pela graça (Rom. 4:4-7; 3:20,28; Ef. 2:8-9), e só pôr Jesus (Atos 4:12).
CARACTERÍSTICAS DA JUSTIFICAÇÃO
A) FOI CONQUISTADA POR JESUS: Cristo “vestiu-se de nossos pecados no calvário para que nós pudéssemos vestir-nos da sua justiça. Foi feito para nós justiça de Deus (1º Cor. 1:30). Jesus conquistou a justificação para nós na cruz do calvário. Deus o justíssimo, declara que pode justificar o homem injusto sem praticar injustiça e o tornar justo para todo sempre. Deus não faz o homem justo para declara-lo justificado, mas declara justificado pelo sacrifício de Jesus. (Rom. 5.1) “Quem intentará contra nós ? É Deus quem nos justifica. “(Rom. 8.33). Nenhum juiz da terra pode justificar o injusto sem praticar injustiça. Mas Deus pode conservar-se justo, ao mesmo tempo que justifica o injusto, pois todo o castigo do injusto foi lançado pôr Deus sobre Jesus. Rom. 3.25-26 diz que Deus é justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. Alei condena a graça justifica. A lei diz: paga tudo. Já a graça diz: tudo está pago. A justificação remove de nós dois perigos: o orgulho de auto justiça e de auto esforço (como jejum) e o medo de que sejamos fracos demais para conseguirmos a salvação.
B)- NOS É IMPUTADA POR DEUS: Imputar significa levar à conta de alguém as conseqüências do ato de outrem. As conseqüências dos nossos pecados foram levadas à conta de Cristo na cruz do calvário (Is. 53:4-6) e as conseqüências da obediência a Cristo foram levadas à conta do crente dando-lhe a justificação. A justificação é selo máximo que nos garante a salvação para toda a eternidade. É um Dom de Deus. Mas esse Dom tem que ser aceito. Nós o aceitamos quando cremos em Cristo e então nos apropriamos dele pela fé. Logo, recebemos a justificação que nós é comunicada na regeneração. Justificação significa muito mais do que ser absolvido. Deus nos trata como se nunca tivéssemos pecado. Tudo acontece pela fé em Cristo, em sua Palavra, em suas promessas e em sua salvação. A fé é pôr assim dizer , a mão que recebe tudo que Deus oferece (Rom. 3:22; 5:1-2). Na justificação não ocorre em nós nenhuma transformação. A transformação interna espiritual que se segue em nós chama-se regeneração e é operada pelo Espírito Santo. O Cristo que é pôr nós torna-se então Cristo em nós. A justificação é pelo sangue de Jesus e pôr sua graça – (Rom. 3:28,24; 5:9). Portanto um ato divino. Nos é concedida quando somos salvos ao aceitarmos a Cristo pela fé. A nossa fé em Cristo nos é imputada como justiça (Rom. 4:15).
CONCLUSÃO
n Devemos buscar o perdão dos nossos pecados, perdoando também os outros e a nós mesmos, e o sangue de Jesus Cristo nos purificará de todo pecado (1º João 1:7) n Todos nós tínhamos necessidade de justificação. Jesus a conquistou na cruz do calvário. n Quando pela fé cremos em Cristo, Deus nos declara salvos e justificados para todo sempre, imputando-nos a justiça de Cristo. Regeneração e AdoçãoTEMA: REGENERAÇÃO E ADOÇÃO (FILIAÇÃO) INTRODUÇÃO: A regeneração e adoção (filiação), é uma doutrina de grande importância pois, através dela, entendemos claramente que já fazemos parte da família de Deus. Somos filhos de Deus e também herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo (Rom. 8.14-17) e temos garantido o nosso lugar no céu para sempre (João 14: 2-3). 1º A NECESSIDADE DE REGENERAÇÃO: Regenerar é recuperar ou restaurar algo que era bom e degenerou-se, estragou-se, contaminou-se ou danificou-se. Quando Deus criou Adão e Eva eles eram santos, puros e sem pecado. Eram filhos de Deus. Porém, Adão e Eva desobedeceram a Deus, pecaram, degeneraram-se e tornaram-se filhos da desobediência e da ira. A partir daí, todas as gerações herdaram tudo isso e toda a sorte de males cuja raiz é o pecado (Rom. 3:23). Tornou-se portanto necessário a intervenção do grande amor de Deus em Cristo Jesus para que o homem fosse regenerado e restaurado à condição anterior, para a qual Deus o criara. (Gn 3:15) 2º COMO OCORRE A REGENERAÇÃO: A regeneração, assim como a adoção e filiação, começaram quando nos arrependemos, cremos e aceitamos a Jesus e então fomos salvos. A nossa salvação em Cristo e chamada de novo nascimento (espiritual) João 3:3-7). Este texto nada tem a ver com o batismo em águas. Examinando os textos a seguir: Tito 3:5; Ef 5:26 e João 15:3, entendemos que esta água é a Palavra de Deus, que aqui aparece em linguagem figurada. Na REGENERAÇÃO nascemos de novo, recebemos uma nova vida e somos gerados de novo pelo Espírito Santo através do poder gerador e purificador da Palavra de Deus (1º Ped. 1:23; Tito 3:5). O Espírito Santo gera ou faz nascer em nosso espírito uma nova vida, uma nova criatura (2º Cor. 5:17 / Ef. 2:1).Passamos a ter a vida e a natureza de Deus em nós (2º Ped. 1:4). Quem não nasce de novo não pode ser regenerado e portanto continuará perdido. A mente humana vive tão cauterizada pelo pecado, que só pode entender a verdade da salvação de Deus nascendo de novo. Ninguém conseguirá regenerar a si mesmo. A natureza humana pode gerar a natureza humana, mas somente o Espírito Santo de Deus pode despertar a natureza espiritual que todos precisamos para entrar no reino de Deus. Isto é o novo nascimento. Isto se chama REGENERAÇÃO. 3º) CARACTERÍSTICAS DA REGENERAÇÃO A) É UM ATO DIVINO: A regeneração é o ato divino que concede à pessoa que crê uma vida nova e mais elevada mediante união pessoal com Cristo, devolvendo ainda nesta vida, uma condição aproximada do que era a vida de Adão e Eva antes do pecado e uma condição superior depois desta vida na glória dos céus ( Filip. 3:20-21). Em Jesus Cristo, o homem, é recriado àquela condição que Deus idealizou antes do princípio. Ele volta a ser a imagem e semelhança de Deus. (Ef. 2:1). B)- TRANSFORMA TUDO EM NÓS: A regeneração é uma mudança radical operada em nós pelo Espírito Santo. O homem natural continua vivo para o pecado, para a carne, para o mundo, mas como morto para Deus (Rom. 6.11-13). A REGENERAÇÃO é uma experiência mais profunda do que a do arrependimento. Transformam-se até os alicerces da personalidade. É como recebêssemos nova consciência, nova moral, novo caráter, novos pensamentos, nova vontade, enfim, tudo é transformado dentro de nós. É por isso que se diz que ressuscitamos com Cristo. Ocorre uma ressurreição espiritual (Col. 3:1-4). (Não confundir com a ressurreição do corpo que será depois da morte no arrebatamento). Passamos a pensar com a mente de Cristo (1° Cor. 2.:14-16). 4º) ADOÇÃO E FILIAÇÃO: Adoção significa colocar na posição de filho aquele que não era filho, de sorte que o adotado tem os mesmos direitos e privilégios dos filhos gerados legitimamente. INÍCIO DA ADOÇÃO E FILIAÇÃO: Começou quando nos arrependemos, pela fé cremos em Cristo e fomos salvos. Naquele momento fomos perdoados, justificados, regenerados e adotados como filhos de Deus. Se alguém adota uma criança como filho, esta tem os direitos e privilégios dos filhos legítimos, mas só poderá usufruir deles quando atingir a maioridade. Porém, Deus fez para conosco muito mais do que isso. Pela obra redentora de Cristo, nos regenerou e adotou como filhos adultos e legítimos, gerados pela sua Palavra (Gal. 4:1-7; 3:26; I Ped. 1:23). Somos então filhos de Deus e irmão de Jesus Cristo (Heb. 2:11-12). Somos filhos de Deus adultos, porque só os adultos podem Ter domínio sobre os bens da família. Além da salvação, Jesus nos entregou muitos bens de Deus. Exemplos: “Fareis as mesmas obras que eu faço e até maiores do que estas” (João 14:12). Deu-nos poder para expulsar demônios e curar doentes (Mat. 10:1,8). Poder para sermos testemunhada de Jesus (Atos 1:8). Deu –nos também a fé que vence o pecado e o mundo (I João 5:4). RESULTADO DA ADOÇÃO: Nós éramos filhos da ira e da desobediência (Ef. 2:3; 5:6), mas nascemos de Deus e mudamos de posição (João 1:11-13). Deus passou a ser nosso verdadeiro Pai. Por isso somos consolados nas tribulações (II Cor.1:4). Somos guiados pelo Espírito de Deus (Rom. 8:14) e somos herdeiros dos céus com Cristo (Rom. 8:17). Passamos a posição de filhos de Deus. QUANDO SE COMPLETA A ADOÇÃO: Será quando Jesus arrebatar a igreja. Os que já morreram salvos ressuscitarão e nós os que ainda estivermos vivos seremos transformados (I Tes. 4.13-17). Tanto os que ressuscitarão como nós que seremos transformados, receberemos corpo espiritual glorioso (I João 3:2 I Cor. 15:42-44). Nosso corpo será “igual” ao corpo atual de Jesus (glorioso) (Filip. 3:20-21). Então completa-se a obra da salvação de Cristo com a redenção do nosso corpo (Rom. 8:22-23). Receberemos também, nessa ocasião, a plenitude espiritual em todos os sentidos da vida. CONCLUSÃOA regeneração é necessária para que o homem seja restaurado à condição para a qual Deus o criou, a fim de poder entrar no reino do céu. A regeneração ocorre quando cremos e somos salvos por Jesus e é realizada pelo Espírito Santo que transforma tudo em nós; mediante a nossa disposição( Fp.2:13). Na regeneração ocorre a adoção (filiação). Somos feitos filhos de Deus adultos. Passamos a usufruir logo dos bens espirituais e do poder de Deus. A adoção começa na regeneração quando somos salvos e completar-se-á na ressurreição do nosso corpo em glória. Nosso lugar está garantido no céu (João 14:2-3). OraçãoTEMA: A ORAÇÃO (Relacionamento íntimo e constante) 1º) DEFINIÇÃO DE ORAÇÃO: Orar é falar ou dialogar. A oração é o meio estabelecido por Deus para que os verdadeiros cristãos, possam ter comunhão com Ele. OBS: As palavras: orar e rezar são sinônimos, conforme nos mostra o Dicionário da Língua Portuguesa. Oração é viva. É algo que sai da alma e do espírito do cristão. Não previamente planejada nem decorada, mas brota naturalmente do nosso interior pelo Espírito Santo de Deus. Não pensamos antes o que vamos falar mas, quando nos ligamos com Deus, as palavras fluem naturalmente e adequadas para aquele momento ou caso. A oração é a chave que abre o coração de Deus, é o falar da alma com Deus, o abrirmos o nosso coração desabafando com nosso Pai do céu as nossas angústias e aflições. É o diálogo da criatura com o seu criador, ora pedindo, ora agradecendo, ora louvando-o e a adorando-o. 2ª) A NECESSIDADE DE ORAÇÃO: É impossível viver a vida cristã sem a oração. Assim como marido e esposa precisam de diálogo constante para manterem o bom relacionamento familiar, assim o cristão precisa de orar para manter estreitado o relacionamento espiritual com Deus. O diálogo está para a necessidade material da família assim, como a oração está para a necessidade espiritual do cristão. O cristão que não ora poderá cair em tentação – (Luc. 22:40) e poderá sofrer muitos males – (Luc. 21:34-36). A Bíblia recomenda muita oração. O Senhor Jesus passava horas e até noites inteiras em oração. É o nosso maior exemplo. Orava no monte – (Marc. 6:46) e ás vezes a noite toda – (Luc. 6.12). De manhã bem cedo – (Marc. 1.35) e até na agonia do Getsêmani (Mat. 26:36 – 44). Os Apóstolos oravam muito – (Atos 1:14, 24 ; - 2:42; 4:31; 6:6; 8:15; 9:11,40; 11:2,9; 11:5; 12:12; 13:3; 14:23). Devemos orar em todo tempo – (Ef. 6:18). Perseverar em oração – (Col. 4:2). Orar sem cessar _ (1º Tes. 5:17). Todo cristão necessita de orar pois a oração é alimento para nossa alma e firmeza para nossa vida. Quando ouvimos a pregação ou lemos o Evangelho, Deus fala conosco. Quando oramos, nós falamos com Deus. 3ª) A QUEM DEVEMOS ORAR: No novo Testamento a Bíblia nos ensina que devemos orar a Deus somente em nome de Jesus. Nós pedimos a Deus em nome de Jesus; Jesus intercede por nós (Rom. 8:34), Deus o Pai manda a resposta (João 16:23-24) Atentamos no entanto que toda a Trindade está envolvida nas nossas orações, não devemos pedir em nome dos três, mas só em nome de Jesus. (João 14:13-14,6); 15:16, 16:23-24) nestes textos, o próprio Senhor Jesus é que nos ensina a pedir ao Pai em seu nome. Em Ef. 5:20 e Col. 3:17 o Apóstolo Paulo ensina a mesma coisa. 1º Tim. 2:5 diz: “Jesus é o único mediador ou intermediário entre nós e Deus”. (Atos 4:12) . OBS.: CONSIDERANDO QUE A ESCRITURA TAMBÉM DIZ QUE SE ALGUÉM ESTÁ EM CRISTO NOVA CRIATURA É, convém pensar que o princípio de orar em nome de JESUS não seja na verdade mencionar a frase “em nome de Jesus”, mas sim ter uma vida fundamentada nos princípios de Cristo, e então podemos orar à DIVINDADE; pois Jesus diz: aquele que tem o Filho tem o Pai. 4ª) COMO ORAR: Podemos orar independentemente da posição do corpo ou da voz. A Bíblia não determina uma posição específica. É conveniente no entanto que em nossas orações tenhamos em mente a grandeza e a santidade de Deus, desejando que venha o seu reino e em nós seja feita a sua vontade, dando sempre a Deus honra, poder e glória para sempre, conforme Jesus ensinou (Mat. 6:9-13). Este não é o modelo literal, mas um princípio espiritual. Que faz parte dos que possuem a mente de Cristo. A) POSTURA DO CORPO: Não importa. B) POSTURA DA VOZ: Não importa. C) HORA E LUGAR: Não importa. Devemos orar em todo tempo e lugar (1º Tim. 2:8). A sós e secretamente (Mat. 6:6). D) FORMA DE ORAÇÃO: Segundo a Palavra (Mt. 6:33). n RESUMO: Devemos e podemos orar, em qualquer tempo, e em qualquer lugar (Ef. 6:18). 1º) A RESPOSTA ÀS ORAÇÕES: A respostas às nossas orações podem ser diversas: SIM: Quando está de acordo com a vontade de Deus e é para nosso bem (1º João 5:14; João 14:13-14 e Marc. 11:22-24). NÃO: Quando está contra a vontade de Deus (I João 5.14). Se for um mal para nós (Tiago 4:3) ou se existir pecado em nós que cause impedimento (1º Ped. 3:7; Ef. 5:22,25; Is. 59:1-2; Prov. 1:28-29; 28:9). AGUARDE: Quando Deus quer provar a nossa fé, paciência e perseverança ou ainda não é o momento próprio para a concessão (Col. 4:2; Atos 2:42). Deus quer que valorizemos muito as suas benções. 2º) O VALOR DAS ORAÇÕES: Quando nossas orações são feitas sem duvidar (Tiago 1:6), com fé e de acordo com a vontade de Deus são de grande valor. Tiago 5:16 diz que a oração do justo pode muito em seus efeitos. SantificaçãoTEMA: A SANTIFICAÇÃO OBS.: A palavra santo significa separado, portanto, santificação é o mesmo que separação, concluímos então que, santificar-se é o mesmo que separar-se para a observação dos estatutos divinos. INTRODUÇÃO: É da maior importância o estudo da doutrina santificação pois está escrito que “sem santificação, ninguém verá a Deus” (Hb. 12:14). Santificação significa tornar santo e ser santo significa ser separado ou consagrado para uso exclusivo de Deus. Desde o V.T. que os templos, móveis, utensílios, etc., são chamados santos porque foram consagrados e separados para uso exclusivo do serviço de Deus. O que estamos estudando é a santificação de pessoas chamadas por Deus de santos, por já estarem salvos por Jesus Cristo (Ef. 1.1; Fil. 1:1; Col. 1:2); ou seja: vidas que cumprem os mandamentos de Deus. (Salmo. 119:11). Na Bíblia a palavra santo aparece referindo-se a Deus (Is. 30:15), aos anjos (Apoc. 14:10) e na maioria das vezes às pessoas salvas vivas (1 Cor. 1:2). Refere-se também aos que já passaram deste mundo salvos porque no céu a vida continua (Sal. 149:5; 1 Tes. 3:13). Entendemos a santificação em dois sentidos: o PRIMEIRO é quando, pela fé, cremos em Jesus e fomos salvos. Deus nos justificou, regenerou e passou a chamar-nos santos porque nos olha salvos em Jesus Cristo. O SEGUNDO é um processo contínuo e progressivo de aperfeiçoamento espiritual e de experiência cristã, e neste segundo sentido que vamos estudar nesta lição. Dentro do plano da salvação está a santificação que começa na conversão. 1º) A NECESSIDADE DE SANTIFICAÇÃO: Mesmo uma vez salvos, necessitamos de santificação, que é exercício em observar a Lei de Deus, e confrontá-la com as ofertas do mundo e do diabo. (Mat.4). Obs. 1) A expressão NOSSO CORPO NÃO SE CONVERTE, é no mínimo ridícula e inconseqüente, fruto de vidas que falam sem o devido conhecimento (Os. 4:6). Jamais poderemos atribuir ao nosso corpo, faculdade independente da nossa alma e espírito. Nós não somos três seres, e sim apenas um, ainda que tenhamos três essências, contudo temos apenas uma ÚNICA CENTRAL DE DECISÃO; meu corpo não age nem pensa independente da alma e do espírito. Se eu errar, quem errou foi eu; ou seja: corpo, alma e espírito, de igual modo se tomar a decisão correta. Obs. A CARNE LUTA CONTRA O ESPÍRITO: (Gl. 5:16-17): Esta expressão, que a nossa carne luta contra o nosso espírito, é um absurdo desqualificado; é necessário perceber que na ref. Bíblica Espírito está com letra maiúscula, referindo-se ao Espírito Santo, e não ao espírito humano. CARNE, significa ações naturais daqueles que não tiveram uma experiência com Cristo. O Espírito Santo veio para convencer (Jo. 16:8), em fim a luta na verdade é do Espírito Santo, que procura revelar-nos a verdade da Escritura (Rm 10:17). 2ª) NOSSA PARTICIPAÇÃO NA SANTIFICAÇÃO: A nossa participação começa com o desejo de santificação (1 Ped. 2:2), consagração da vontade e continua através da pré disposição de andar com Deus (1 Ped. 1:15, 16, 22), separação do mundo do pecado (Sal. 1:1-3) e consagração do nosso ser a Deus (Rom. 12:1-2; 2 Cor. 6:14; 7:1). Mortificar, pelo Espírito, todos os desejos pecaminosos do nosso ser (Rom. 8:13). Consagrar a Deus a nossa língua e não falar palavras torpes – (palavrões) (Ef. 4:29), Leia Ef. 4:17-32; 5:1-21 e 6:10-18. Sobre o uso da língua leiamos Tg. 3:5, 6,10. Quão terrível é a nossa língua. Vestir-se decentemente (1 Tim. 2:9,10; 1 Cor. 11:14-15). É preciso fazer uma limpeza em nossa palavras, mudar o nosso vocabulário. Vejamos o que Jesus nos diz em Mt. 12:34-37: “...pelas tuas palavras serás condenado ou serás justificados”. Lembremos que nosso ser é templo do Espírito Santo (1 Cor. 6:18-20). Saibamos possuir nosso corpo em santificação (1 Tes. 4:3-4; 1 João 3:3). 3º ) PARTICIPAÇÃO DE DEUS NA SANTIFICAÇÃO: Nós limitamos a ação de Deus na nossa santificação pelo grau de nossa participação. Para Deus não há limites nem empecilhos( Jó. 17:l7 – Deus é quem revela a verdade, e a nós caberá segui-la). Se fizermos a nossa parte como Deus quer, buscando a nossa santificação com humildade, oração, envolvendo-nos no servir a Deus neste mundo, então Deus nos santificará operando no nosso espírito, alma e corpo (de dentro para fora). A) DO SANGUE DE JESUS: O poder do sangue de Jesus purifica-nos de todo o pecado ( 1 Jo. 1:7) e opera na nossa santificação ( Hb. 9: 14; 10:10; 13:12; Ef. 1:6,7). B) DA PALAVRA DE DEUS: O poder santificador da palavra de Deus é inquestionável. Só operará porém sobre aqueles que são estudiosos da Bíblia (João 17:17; 15:3; 6:63; Sal. 119:9, 11, 105; Ef. 5:26), e rendem-se a ela. C) DO ESPÍRITO SANTO: O Espírito Santo atua com o sangue de Jesus e a palavra de Deus. É o poder da trindade santa purificando o crente, para que seja santificado em todo o seu ser triuno (espírito, alma e corpo – 1 Tes. 5:23; 2 Tes. 2:13; 1 Cor. 6:11; 1 Ped. 1:2; Rom. 15:16). Lembremos que só Deus é santo em toda sua plenitude (santíssimo). Toda a natureza de Deus é santíssima e fonte de toda santidade. Nós somos pecadores mas já salvos e recebemos a santificação que Deus derrama sobre nós. No céu atingiremos a perfeição. 4º) BENÇAÕS DECORRENTES DA SANTIFICAÇÃO (1): Quanto maior for o crescimento em santificação (1), maior será a nossa certeza e segurança de salvação e vida eterna com Deus. Maior será o nosso entendimento sobre Deus (Ef. 1:17-19). Pela santificação (1) Deus nos aproxima ainda neste mundo, do estado original do homem antes do pecado, produzindo em nós caráter de acordo com a sua vontade (santo). A santificação (1) nos torna participantes da sua vontade (santo). A santificação (1) nos torna participantes da natureza divina (2 Ped. 1:4), nos faz agradáveis a Deus, e nos faz chegar à presença de Deus e pela fé ver a Sua glória. Nos faz aptos para servirmos a Deus como Ele quer e sermos vitoriosos. As orações são respondidas. Então podemos adorar a Deus como ele deseja: em espírito e em verdade (João 4:23,24). Confira Sal. 148; 150; 95:6; 96:9. Louvar e adorar têm o mesmo significado. A verdadeira adoração é fruto da santificação (1). No céu Deus é adorado sempre e em todas as coisas. Confira Apoc. 4:10,11; 5:14; 7:11; 11:16; 19:4. CONCLUSÃO: A santificação exige separação do mundo de pecado e consagração da nossa vida. Exige disposição permanente de buscá-la e esforço para vencer e fazer a nossa parte, é um processo contínuo e progressivo. Então Deus nos santificará através do poder do sangue de Jesus, da palavra de Deus e do Espírito Santo. (1) Observância às Leis de Deus. Ressurreição e GlorificaçãoTEMA: RESSURREIÇÃO E GLORIFICAÇÃO 1º) DEFINIÇÃO DE RESSURREIÇÃO: Ressurreição é depois de morto voltar a viver. A Bíblia nos fala de dois tipos de ressurreição: material para material e depois voltar a morrer, como foi o caso de Lázaro (João 11:17,39,43-44), o filho da viúva de Naim (Luc. 7:11-15) e outros; e a ressurreição do material para espiritual, quer para salvação, ou para condenação. Quando nos arrependemos e pela fé cremos em Jesus Cristo somos salvos por inteiro, isto é, espírito, alma e corpo (João 19:30). Nosso espírito nasce de novo, é justificado, é regeneração e nos tornamos filhos de Deus. Quanto ao nosso corpo, a salvação está garantida por Deus desde o dia em que fomos salvos. A salvação do corpo é a ressurreição em corpo espiritual de glória, também chamada na Bíblia de redenção (Luc. 21:28 ; Rom. 8:23 – 3:24) ou bem-aventurada esperança (Tito 2:13); porém, só a receberemos no dia do Arrebatamento. Este é o ato final e complementar da nossa salvação. 2º) PRIMEIRA E SEGUNDA RESSURREIÇÃO: Leiamos Apoc. 20:5-6. A primeira ressurreição é a dos salvos. A Segunda, a dos perdidos. Os salvos ressuscitarão em corpo espiritual, glorioso, de gozo eterno, igual aos anjos (Mat. 22:30), semelhante ao corpo glorioso de Jesus (I João 3:2 – Fil. 3:20-21). Esta é a primeira ressurreição. Quanto aos perdidos, só ressuscitarão no juízo final quando os céus e a terra forem destruídos e criados novos céus e nova terra sem pecado ( Apoc. 21.1). Os perdidos que estão no inferno receberão um corpo espiritual para tormento eterno, e serão lançados no lago de fogo que é pior do que o inferno e é chamado de Segunda morte ou galardão da iniqüidade (Apoc. 20:11-15 – 20:5-6 – João 5:28-29 – Dan.12:2). Esta é a Segunda ressurreição. 3º) QUANDO SERÁ A RESSURREIÇÃO: A ressurreição que ora estudamos acontecerá no arrebatamento da Igreja, e será muito breve. A linha de pensamento mais difundida, é que será em meio ao reinado do anticristo, cumprindo-se a seguir todos os grandes flagelos registrados em Apocalipse. A Bíblia nos ensina vários sinais que procederão o Arrebatamento da Igreja e ressurreição. Dan. 12:4 fala da multiplicação da ciência no tempo do fim. OBS.: Em Mt. 24, as referências são para o povo judeu, e não para a Igreja. 4º) COMO ACONTECERÁ A RESSURREIÇÃO: Leiamos I Tess. 4:13-18. Jesus descerá do céu com um cortejo de anjos em glória e poder (Mat. 16:27 – II Tess. 1:7-10). Jesus com os anjos pára nas nuvens trazendo consigo desde os céus a todos os que já morreram salvos (I Tess. 3:13). Das nuvens Jesus da a ordem da ressurreição a todos os corpos dos salvos que estão enterrados em todo o mundo ou acabaram de morrer. O Espírito Santo, que é vida e poder, opera então a ressurreição transformando o que era material em corpo espiritual glorioso, unido-o ao espírito do homem nas nuvens fazendo do homem um todo espiritual (I Tess. 4:14 e 16). A seguir ocorre o arrebatamento dos salvos vivos em todo o mundo (I Tess. 4:15 e 17). Os que vão ser arrebatados não conhecerão a morte, mas terão o seus corpos transformados em corpos espirituais gloriosos num abrir e fechar de olhos e subirão ao encontro de Jesus nas nuvens (I Cor. 15:50 – 52 – I Tess. 4:17). Vejamos ainda I Cor. 15:42-44 e 53-55. Das nuvens subiremos todos em festa e glória para os céus. É bom lembrar que nem toda Igreja será arrebatada. Mat. 25:1-13 nos ensina que só parte participará. Marc. 13:32-37 e Luc. 21:34-36 recomendam galardão que é o arrebatamento. 5º) COMO VIVEREMOS DEPOIS: Após o arrebatamento e a ressurreição todos seremos glorificados (Fil. 3:20-21 / Rom. 8:17-18, Col.3:3-4). Deus nos dará da sua glória. Teremos corpos espirituais gloriosos. Viveremos para sempre em gozo eterno na glória e na eternidade de Deus, servindo-o e adorando-o. Após a ressurreição no arrebatamento, toda a terra estará debaixo dos flagelos da Grande Tribulação descritos em Apocalipse. São os juízos de Deus sobre toda a incredulidade e pecado da humanidade. Nós, porém, estaremos na glória dos céus, na grande festa das Bodas do Cordeiro que durará cerca de três anos e meio. Jesus é o noivo e a Igreja é a noiva (Apoc. 19:7-9). Após este período, voltaremos com Jesus e os anjos para acabar com a Grande Tribulação e implantar na terra o Milênio de paz. Jesus estabelecerá seu trono em Jerusalém e reinará sobre toda a terra. Nós seremos reis e sacerdotes de Cristo por mil anos (Apoc. 1:6-7 ; 20:6 – Zac. 14:3-5). Depois do Milênio, vem então o juízo Final. Os céus e a terra serão destruídos e tudo será feito novo. Acaba o pecado e a morte. (Apos. 21.1 – II Ped. 3:7 , 10). Nós habitaremos para sempre com Deus na nova Jerusalém celestial (Apoc. 21:1-4). CONCLUSÃO: A ressurreição dos salvos é chamada de a primeira ressurreição.Nós ressuscitaremos ou seremos transformados no dia do Arrebatamento e receberemos um corpo espiritual glorioso. Participaremos das Bodas do Cordeiro. Reinaremos com Cristo mil anos. Para sempre estaremos com o Senhor na Nova Jerusalém celestial servindo-o e adorando-o Amém. Preparemo-nos porque isto acontecerá muito breve. SÍNTESE DAS SETE DOUTRINAS BÁSICAS DA SALVAÇÃO 1) No ARREPENDIMENTO, o homem abandona o pecado, e é perdoado. 2) Pela FÉ, aceita, o sacrifício de Jesus, converte-se e é salvo. 3) Na JUSTIFICAÇÃO, o homem é justificado pela graça mediante a fé. 4) Na REGENERAÇÃO, é transformado e se torna semelhante a Jesus. 5) Na ORAÇÃO, o homem mantém comunhão e estreita-se dia a dia com Deus. 6) Na SANTIFICAÇÃO, recebe poder de Deus, penetra seus mistérios e o adora. 7) Na RESSURREIÇÃO e GLORIFICAÇÃO, o homem recebe o corpo espiritual de glória e entra na eternidade de Deus. É a fase final da nossa salvação. Síntese Escatológica - CronologiaSÍNTESE ESCATOLÓGICA - CRONOLOGIA RESUMINDO TUDO: O presente estudo tem por objetivo apresentar em forma de síntese, o conteúdo escatológico, abordando em ordem cronológica os principais acontecimentos e iniciando com uma pergunta: Todas as pessoas que já morreram desde Adão e Eva até agora, onde estão? R: Os salvos estão no céu ou paraíso (Luc. 23:39-43; 16:19-31; João 14:3; 17:24; 2 Cor. 5:1,2,6 e 8). Os perdidos estão no inferno (Luc 16:19-31; Sal. 9:17; Mat. 23:33; 2 Tess. 1:6-9). 1-REINADO DO ANTICRISTO E INÍCIO DA GRANDE TRIBULAÇÃO: Começa em breve com 1º) uma aliança de dez nações. Uma das dez se revoltará e três destas serão afastadas da aliança. Ficarão em número de sete (Dn. 9:27; 7:7 – 8; Apoc. 17:3-12). Nota: uma semana = sete dias = sete anos do reinado do anticristo. Cabeças, Chifres, pontas ou diademas são nações (Apoc. 17:12). Elegerão um governante mundial o qual é o anticristo, ou seja, é contra Cristo (1 João 2:18-22), (um homem no qual estará “encarnado” o próprio satanás), que com o apoio das sete nações governará o mundo inteiro por sete anos, e subjugará todas as nações da terra ao macabro domínio do diabo (Apoc. 13:1-18; 2 Tess. 2:1-17). Estes são sete anos do reinado do anticristo, que são divididos em dois períodos de três anos e meio cada (Dn. 9:27). Nos primeiros três anos e meio a tribulação será mais branda, e o diabo conseguirá enganar a todas as nações com falsa paz, e com sinais e milagres de mentira (2Tess. 2:9-10). Conquistará e dominará todas as nações da terra. Leia Apoc. 13:1-18. A primeira besta é o anticristo que sai do mar = multidões. A Segunda besta é o falso profeta que sai da terra = religião forte. Durante os primeiros três anos e meio a Igreja ainda estará na terra. No início dos segundos três anos e meio, o anticristo tira a máscara, proíbe toda forma de culto a Deus, exige todo o culto e adoração para si mesmo e persegue a Igreja (2 Tess 2: 3-4; Dn. 9 :27). 2º) ARREBATAMENTO DA IGREJA: É mais ou menos aqui que Jesus vem arrebatar a Igreja a ocorre a ressurreição ( 1 Tess. 4:13-18; 1 Cor. 15:50-55). Mat. 25:1-13 diz que o noivo chegou a meia noite. O noivo é Jesus. Meia noite é o ponto mais alto das trevas. As dez virgens são os salvos e representa a Igreja. Note-se que das dez só parte pode entrar. As outras eram salvas mas não estavam preparadas. Esta festa é a Boda do Cordeiro no céu logo após o arrebatamento (Apoc. 17:7-9). O Espírito Santo sobe com a Igreja e toda a terra é entregue a satanás . Logo após o arrebatamento, cumprir-se-á na terra todos os grandes flagelos do Apocalipse: Os selos, as taças, as trombetas, etc. Todos os que não forem arrebatados serão martirizados (Apoc. 6:9-11; 7:13-17; 20:4). Faltam palavras para descrever quão grande e terrível será este período da Grande Tribulação. Leia todo Apocalipse para entender tudo isto. Enquanto na terra prossegue a Grande Tribulação, nós, os que formos arrebatados, estaremos na grande festa das Bodas do cordeiro no céu (Apoc. 12: 1-18) NOTA: um tempo ,tempos e metade de um tempo = três anos e meio (42 meses ou 1260 dias) (Apoc. 12:4,6; 13:5). Na parte final da Grande Tribulação, haverá a guerra do Armagedom em Israel, quando o diabo usará todos os exércitos de todas as nações da terra para destruir Israel (Apoc. 16:13-16, Zc.3:8-l0, Zc.l2, Zc.14:l-l0). 3º) FIM DA GRANDE TRIBULAÇÃO – PRISÃO DE SATANÁS – INÍCIO DO MILÊNIO: Neste ponto agudo ocorre a intervenção divina durante a guerra em favor de Israel (Ez. 38:19-23; Zac. 14:12-13). Logo após, Jesus desce do céu conosco e com seus anjos, destrói o restante dos exércitos das nações que ainda lutam contra Israel e acaba com toda a Grande Tribulação, e implanta o Milênio de Paz (Zac. 14:3-7; 12:8-10); Apoc. 1:7; 17:11-14). Satanás com todos os seus demônios será preso no abismo por mil anos (Apoc. 20:1-3). 4º) TEMPO DO MILÊNIO: Durante o Milênio Jesus será rei sobre toda a terra – (Apoc. 20:6; 5:10; 2 Tess. 1.7). Durante o milênio o mundo será quase um paraíso (Is. 11:6-9; 32:1, 17-18; 54:13; 55:12; 65:19-20,25; 60:17-18,22; 45:8). Deus mostrará que só Ele é a solução para todos os problemas da humanidade. 5º) FIM DO MILÊNIO – SOLTURA DE SATANÁS: Após decorridos os mil anos, satanás será solto de sua prisão. Sairá a enganar todas as nações e novamente as reunirá para a guerra contra Israel – (Apoc. 20:7-10). – Jesus está reinando. 6º) JUIZO FINAL E DESTRUIÇÃO DOS CÉUS DA TERRA: Ocorre o juízo final. Deus manda fogo do céu destrói a todos. Satanás, todos os demônios, a morte, o inferno e todos os que não se arrependeram, aceitando a Jesus, foram lançados no lago de fogo PARA SEMPRE. Aqui acaba a morte e o pecado – (Apoc, 20:11-15; 21:8; 22;15; 1 Cor.15;53-55). Depois Deus destrói os céus e a terra – (Apoc. 21:1; 2 Pe. 3:7-10; Is. 51:6) 7ª) – CRIAÇÃO DE NOVOS CÉUS, NOVA TERRA, NOVA JERUSÁLEM E ETERNIDADE Deus cria novos céus, nova terra e Nova Jerusalém Celestial – (Is. 65:17; Is. 66:22; 2 Ped. 3:13; Apoc. 21:5,9-27). Nós habitaremos PARA SEMPRE com Deus na Nova Jerusalém (Apoc. 21:1-4; 22:1-5) servindo-o, louvando-o e adorando-o Amém. Crescimento EspiritualTEMA: CRESCIMENTO ESPIRITUAL INTRODUÇÃO: É da maior importância o assunto que vamos estudar. Crescer é algo natural e normal a todos os seres vivos. Se uma criança não cresce, algo não está bem. Na vida espiritual também é assim. Aquele que não cresce espiritualmente não está bem. 1º) CARACTERÍSTICAS DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL: É da vontade de Deus que cresçamos espiritualmente. É Deus quem nos dá o crescimento ( I Cor. 3:6-7). Somos comparados a um edifício em construção (Ef. 2:20-22). Deus manda que cresçamos em tudo aquilo que é de Jesus (Ef. 4:15). Deus manda que peçamos e Ele dará (mat. 7:7-11). Assim, só depende de nós fazermos a nossa parte. Desejando (I Ped. 2:2 e buscando (João 15:4-5). O limite para o nosso crescimento espiritual é atingir a estatura completa de Cristo (Ef. 4:13). 2º) ÁREAS DE CRESCIMENTO ESPIRITUAL: Devemos estar atentos a fim de que o nosso crescimento espiritual ocorra em todas as áreas da vida. Para que cresça o lado espiritual é necessário limpar também o lado material. Exemplos de limpeza material: não falar palavras torpes (Ef. 4:29), não enganar ninguém (I Tess. 4:6), não mentir (Col. 3:9), ser fiel na vida matrimonial (Mal. 2:14-15), manter para com os vizinhos, seus familiares e em seu trabalho a mesma conduta que tem na igreja, buscar a libertação de todos os males (João 8:32,36) vestir-se de modo decente, honesto, com pudor e modéstia (1º Tim. 2:9 e 10), etc. Na área espiritual devemos buscar o aperfeiçoamento em tudo, tanto para edificação da Igreja quanto para edificação de cada um de nós (Ef. 4:11-12). Devemos crescer na unidade da fé e no conhecimento de Cristo (Ef. 4:13; Col. 1:10; 2 Tess. 1:3). Crescer na graça e em ações de graças (Col. 2:7; 2 Ped. 3:18). Crescer em santidade e em amor – (1 Tess. 5:23; 3:12; 1 Ped. 1:22). Crescer em tudo que é de Jesus até chegarmos a estatura do varão perfeito que é Cristo (Ef. 4:13 e 15). 3º) A FINALIDADE DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL : Assim como é necessário que uma criança cresça e se torne adulta para que tenha uma vida normal e saiba como se conduzir com segurança dentro da palavra de Deus, fazendo a sua obra. A finalidade do crescimento espiritual é: não sermos enganados por falsas doutrinas (Ef. 4:4), recebermos o alimento sólido para fazermos a obra que Deus quer (Heb. 5:13,14). Estarmos firmes e seguros (Ef. 6:10-18). Estarmos firmes na força e no poder de Deus. Firmes contra as hostes do mal e suas ciladas. Firmes para resistir no dia mau, empunhando a Palavra da Verdade, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito Santo que é a Palavra de Deus com isto apagaremos todos os dardos inflamados do maligno. Além disto, Deus quer nos revelar muitos mistérios ocultos e segredos em sua palavra (Col. 1:27 / Amós 3:7). Deus deseja nos encher das riquezas celestiais ainda nesta vida, já nos preparando para as abundâncias nos céus (Ef. 1:18 – 2:7). Porém, só os que crescem espiritualmente podem entender e receber tais bênçãos (I Cor. 2:9-19 ). 4º) COMO CRESCER ESPIRITUALMENTE: É necessário que desejemos e busquemos (I Ped. 2:2). Deus está sempre pronto a nos dar o crescimento. Nós cresceremos espiritualmente se fizermos assim: A) Estudarmos e meditarmos na Bíblia todos os dias (Jos. 1:8-9) – (Sal. 1:1,2) aprendendo de Jesus (Mat. 11:29), aplicando a palavra na vida e guardando-a no coração (Apoc. 1:3). Reestudarmos em casa as lições da escola dominical. Deleitarmo-nos no Senhor (Sal. 37:4). B) Orarmos (I Tess. 5:17), vigiando em oração (Luc. 21:36), mantendo comunhão estreita com Deus em oração (João 14:13-14 – 15:11) e orando para que haja crescimento na igreja (Atos 1:14 – 2:42 e 41 – 4:4). Hora de decisão é hora de oração. C) Servirmos a Deus todos os dias através do: viver de forma honesta em retidão e justiça perante Deus e os homens (Sl. 119:1); se possível fazer o culto doméstico diariamente em família (Deut. 6:6-8). D) Participar, se possível de todos os cultos da igreja integrando-se em suas atividades (Atos 2:42-43 e 46 – João 15:6-7 – 5:17); participar sempre da escola dominical para crescer no conhecimento de Deus (Os. 6:3); testemunhar e ensinar aos outros o que já aprendemos – (Atos 5:42); obedecer sempre a vontade de Deus (I Sam. 15:22-23); vigiar para que o pecado não nos envolva, mas se envolver, arrepender-se logo e pedir a purificação pelo sangue de Jesus (I João 1:7). OBSERVAÇÃO ( impedimento ao crescimento espiritual). Muitos tem tido suas vidas atrofiadas por não entenderem os degraus que Deus lhes apresenta. A submissão ministerial é fator de extrema importância para o crescimento espiritual. Quando Deus te envia a uma igreja, não é para dizer o que está certo ou errado, mas somente cumprir o teu tempo (degrau) naquele ministério, e Ter total submissão: Se fores aprovado passarás a outro degrau (nível). Caso contrário, sua vida espiritual estacionará. Por Exemplo: Se você é um Pastor auxiliar, ou até vice-presidente, isto não te permite nenhuma autoridade, estas ainda são posições que te exigem submissão. O que o Pastor Presidente determinar deve ser cumprido. Quem discordar deve se retirar. Porém não esqueça de consultar o Senhor; pois mesmo discordando, Deus pode Ter algo a tratar contigo naquele ministério. (Ex. José, Daniel). QUERO REENFATIZAR QUE AS ATRIBUIÇÕES, DIREITOS E DEVERES CONSTANTES DOS ESTATUTOS NÃO SÃO DE NENHUM VALOR, O ESTATUTO VALE DA PORTA PRA FORA ; DA PORTA DA IGREJA PARA DENTRO, O QUE MANDA É A BÍBLIA. ATENÇÃO: Muito cuidado com suas idéias e conclusões; um pastor presidente, não está sujeito às suas observações, a menos que tenhas ordens expressas do Senhor. Lembre-se de Mirian, que tinha razão no que falou, só que Moisés, não estava sujeito ao seu julgamento. (vede números 12:1 – 16). CONCLUSÃO: Deus quer que cresçamos espiritualmente e que busquemos isto de coração. Devemos limpar nossa vida material para crescer na vida espiritual e procurar crescer em todas as áreas. A finalidade é sermos adultos, vivermos firmes em Cristo vencendo todo mal, recebermos as abundantes bênçãos e fazermos a obra como Ele quer. O crescimento espiritual se alcança pelo estudo da Bíblia, a oração e o servir a Deus todos os dias. Aprenda de Cristo. Cresça em Cristo. Viva em Cristo. Sirva a Cristo. Amém. O Batismo em ÁguasTEMA: O BATISMO EM ÁGUAS INTRODUÇÃO: O batismo em águas é a primeira ordenança que o Senhor Jesus deixou para a sua igreja, juntamente com o memorial do seu sacrifício. 1º) A FÓRMULA BÍBLICA DO BATISMO: O batismo bíblico cristão começou com o Senhor Jesus. Ele foi o primeiro ao ser batizado por João Batista. João era chamado de Batista ou o imergidor por causa do batismo que Deus lhe mandou realizar em todos que, ouvindo a pregação da palavra, se arrependessem dos seus pecados – (Mat. 3:5-8). Era chamado de batismo de João ou de arrependimento – (At. 19:1-5). O Senhor Jesus tinha a necessidade do batismo, antes de iniciar o seu ministério, já com “quase” trinta anos, submeteu-se ao batismo para cumprir toda a justiça e nos dar o supremo exemplo como homem (Luc. 3:2123; Mat. 3:13-17). Jesus tinha 30 anos. A) BATISMO E SUAS INTERPRETAÇÕES : Ao longo dos tempos têm surgiram poucas diferenças doutrinárias com relação ao batismo, as quais em NADA ferem a doutrina do Evangelho ou o tema CENTRAL das Escrituras. A palavra batismo é transliterada do grego BAPTIZO que significa imergir, mergulhar, ou ainda dominar. Vejamos Rom. 6:3-5. Aqui temos alguns símbolos ensinando que o batismo é por imersão como: sepultados pelo batismo, plantados à semelhança da sua morte pelo batismo, etc. Outros exemplos estão no batismo de Jesus e no do eunuco – (Mateus 3:16; At. 8:38,39) nas expressões: desceram à água e saíram da água. OBS: HAVENDO POSSIBILIDADES AO BATÍSMO POR IMERSÃO, ASSIM PODEREMOS PROCEDER ( por uma questão de tradição), PORÉM, NÃO DEVEMOS ESQUECER. QUE HÁ PARTES DO GLOBO TERRESTRE, ONDE HÁ GRANDE ESCASSES DE ÁGUA, E NÃO SERÁ POSSÍVEL A IMERSÃO. B) OBS. Estudos mais acurados, mostram que a palavra batismo apresenta também outros sentidos, cujo principal dentro da simbologia bíblica queremos mencionar , e é DOMINAR. Recordando que água é símbolo da palavra(doutrina de CRISTO), o molhar uma pessoa pode ser simbólico ao contato com a palavra. Também, sem dúvida alguma, gostaríamos de deixar leve questionamento sobre as expressões “DESCERAM à água, e SAÍRAM da água”, as mesmas não significam que tenham sido imersos pelas águas, mas que tão somente, tenham se dirigido a um local de águas.(THL). C) BATISMO EM NOME DA TRINDADE: Vejamos Mat. 28:18-20. O Senhor Jesus determinou que o batismo seja feito em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. (Mat. 28:18), portanto envolvendo toda a trindade. Quando o próprio Senhor Jesus foi batizado estava presente a trindade (Mat. 3:16-17). Em Mat. 28:19-20 Jesus determinou o batismo em nome da trindade. Portanto, a fórmula para o batismo é, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 2º) QUEM DEVE SER BATIZADO: O batismo destina-se a quem crê (Marcos 16:16; At. 8:36-38). O batismo só deve ser ministrado a quem já alcançou a idade da razão, a consciência de pecado, tenha se convertido a Jesus, tenha experimentado arrependimento sincero de pecado, tenha crido pela fé em Cristo e tenha certeza de sua salvação. Não tem sentido batizar crianças recém-nascidas. Isto não existe na Bíblia. A criança ainda não pode crer e crer é um ato de fé. Ninguém pode exercer fé no lugar da criança nem por qualquer outra pessoa. Cada um responde por si diante de Deus (Rom. 14:12). Em nossa igreja costumamos apresentar a Deus as crianças, orando para que Deus as abençoe e as livre do mal. Isto sempre de acordo com o desejo dos pais. Isto é muito importante pois é uma tradição bíblica desde o V.T. e era feito sempre pêlos judeus. O próprio Senhor Jesus, com oito dias de nascido, foi levado ao templo, apresentado a Deus (Luc. 2:21-24). Porém, isto nada tem a ver com o batismo. Se uma criança morrer antes de atingir a consciência de pecado, estará salva, pois viveu só no período da inocência. O batismo não salva nem ajuda a salvar, nem tão pouco lava os pecados de ninguém, mas é necessário para obedecer a ordenança de Jesus. O batismo é para os já salvos. Seria profanação desta ordenança batizar pessoas não convertidas e perdidas. No entanto, todo aquele que já se arrependeu e tem certeza do perdão , creu em Cristo pela fé e tem certeza da salvação, sente o desejo incontrolável de selar a sua fé pelo testemunho público do batismo. Todo salvo deve batizar-se para cumprir e obedecer a ordenança do Senhor Jesus. A Bíblia nos mostra vários exemplos. Todos que criam e eram salvos eram logo batizados (At. 2:38 e 41; 8:12 e 16; 8:36-38; 9:18; 10:47,48; 16:33; 18:8; 19:5; etc). É bom lembrar que o batismo em águas nada tem a ver com o batismo no Espírito Santo. 3º) SIGNIFICADO E FINALIDADE DO BATISMO: O ato do batismo, considerando, que água é um dos símbolos da palavra, também significa imersão nos ensinos de Cristo. A) UM PONTO DE VISTA; O significado do batismo é morte, sepultamento e ressurreição . Quando eu desço às águas batismais eu sou coberto por elas, simbolicamente eu morri para o mundo de pecado e fui sepultado em Cristo. Quando eu saio das águas, estou declarando que ressurjo para viver uma nova vida em Cristo (Rom. 6:1-8; Col. 2:12; 3: 1-10). Cristo morreu pelo meu pecado para que eu morresse para o pecado. B) FINALIDADE: A finalidade do batismo é dar testemunho público da minha fé e salvação em Jesus Cristo. Quando eu sou batizado estou declarando que me arrependi dos meus pecados e fui perdoado, cri e aceitei a Cristo como meu único Salvador e Senhor, que Jesus morreu por mim na cruz do Calvário, que eu aceitei pela fé este sacrifício e que estou salvo, bem como minha vida. Esta é a finalidade: Sem palavras proclamar de público, e diante da igreja, a transformação e mudança que Jesus realizou em meu interior. OBS: O ponto de vista da finalidade acima mencionada pode, em extremo, não ter nada a ver com a realidade, pois o Senhor Jesus , disse, que, nós conheceríamos a árvore pelo fruto. Batismo não demonstra nenhuma transformação na vida de ninguém, pois andar com Cristo não é um momento, é dia a dia. C) As narrativas anteriores serão verdadeiras, se considerarmos a sinceridade no coração que se entrega ao ato batismal, contudo, quanto ao batismo ser um testemunho público, quero discordar desta REGRA; pois nossos irmãos do passado não podiam livremente exibir sua fé, contudo seus batismos, ainda que ocultos tinha o valor desejado. O batismo é um ato de seriedade e de responsabilidade. O batizando deve Ter certeza de que já está salvo. Este é um ato de fé pessoal, portanto, nenhum fator externo deve servir de impedimento ao cumprimento desta ordenança, é pessoal. Quando você creu em Cristo e foi salvo, passou a fazer parte da igreja ou o corpo de Cristo mundial e passou à posição de filho de Deus. Se morrer sem Ter oportunidade de ser batizado irá para o céu. Foi o caso do ladrão da cruz (Luc. 23:33-43). Quando você é batizado, passa a ser membro da igreja local. A) DIREITOS: Quero ser redundante em lembrar que, apesar de o Estatuto das Igrejas serem obrigados a constar uma série de itens, para que a Associação seja legalizada, NUNCA pense que a IGREJA será regida por Estatuto, toda regra para a Igreja VERDADEIRA, vem EXCLUSIVAMENTE da Bíblia. Na Igreja ninguém é indicado para cargo algum por meio de votações, todas as determinações e deliberações são feitas exclusivamente pelo PASTOR. B) DEVERES: Você tem o dever de manter comunhão com seus irmãos em Cristo, manter os cultos com sua presença, ser fiel nos dízimos e ofertas, ser fiel em tudo na sua vida em geral diante de Deus e dos homens, participar da vida ativa da igreja servindo a Deus de coração, dar testemunho compatível com o evangelho em todos os ângulos da sua vida, etc. É benção para o crente consagrar a Deus sua vida, sua família, e tudo que lhe envolver ou possuir ( isto é para seu próprio bem). OBS.: TEMA: A CEIA DO SENHOR (vide o estudo: JESUS CELEBROU A PÁSCOA). Dízimos e Ofertas na Bíblia (Lv. 27:32)TEMA: DÍZIMOS E OFERTAS NA BÍBLIA - (Lv. 27:32) INTRODUÇÃO : Este é um assunto Bíblico. E é de profunda importância conhecermos o que Deus fala em toda a Bíblia sobre dízimas e ofertas para que possamos obedecer-lhe. 1º) A INSTITUIÇÃO DO DÍZIMO E OFERTAS: O dízimo e as ofertas foram instituídos por Deus desde o princípio. Por Gen. 4: 1-5; 14:20; 28:22 vemos que Deus havia inserido no coração humano o dízimo e as ofertas. Abel e Caim tiveram desejo de ofertar a Deus e o fizeram. Abraão entregou a Deus o dízimo de tudo. Jacó votou a Deus entregar-lhe o dízimo de tudo que Deus lhe desse. Assim, o dízimo e as ofertas são desde o princípio: antes da lei – (período de Adão e Moisés). Durante a lei por determinação de Deus – (período de Moisés até Cristo – Deut. 12:; 14:22). Também no tempo da graça – (período que começou com Cristo) e vai até a consumação dos séculos – (Mat. 23:23; Luc. 18:12; 11:42; 1 Cor. 16: 1-2). Vejamos as quatro partes na lei de Deus – (Deut. 12:6). DÍZIMO: Quer dizer 10% - (dez por cento) ou a décima parte de um inteiro – (1/10). Ex.: Quem ganha cem mil, entrega de dízimo dez mil e fica com noventa mil. O dízimo deve ser tirado da soma de toda a nossa renda. Deus entregou o mundo aos homens e exigiu apenas 10% - (como que um imposto) de tudo que produzissem. Assim, o dízimo pertence a Deus. Não devemos usar em relação ao dízimo as expressões DAR O DÍZIMO ou PAGAR O DÍZIMO mas sim ENTREGAR O DÍZIMO porque estamos entregando a parte que é de Deus, daquilo que Ele já nos tem dado.
OFERTA VOLUNTÁRIA E OFERTA ALÇADA: Entregar o dízimo é reconhecer, que tudo o que temos e que somos, vem de Deus. Oferta voluntária é aquela que devemos dar com o propósito de agradar a Deus. Alçada é aquela oferta extra, além do dízimo e da oferta voluntária, para uma necessidade de momento. Ex.: compra de terreno, construção de templo novo ou reforma do existente, etc. Tanto a oferta alçada como a voluntária não tem valores estipulados mas conforme decidirmos em nosso coração – (2 Cor. 9:7). Vejamos como foi a construção do Tabernáculo no deserto. Deus mandou trazer ofertas alçadas – (Ex. 25:1-9). O povo trouxe – (Ex. 35:24; 36:3). Moisés mandou parar de trazer porque já tinha de sobra – (Ex. 36:5-7).
OFERTAS DE SACRIFICIOS: Deut. 12:6: A oferta de sacrifícios é mais importante para Deus do que as três anteriores. Destas dependem as outras. Trata-se do culto, louvor e adoração a Deus. Deus deseja que nossa vida seja uma oferta constante de sacrifício em louvor e adoração – (Rom. 12:12; - Heb. 13:15; 1 Ped. 2:5; Sal. 50:14). Se pensarmos assim quando vamos à igreja seremos muito abençoados. Quem deseja adorar também deseja dizimar e ofertar.
2º) O DÍZIMO É UMA QUESTÃO ESPIRITUAL: Quando alguém crê em Jesus e não sente o desejo de ser fiel a Deus nos dízimos e nas ofertas, precisa acabar de se converter. Deus é o dono do mundo e dos que nele habitam – (Sl. 24:1). 1 Cor. 6:19-20 diz que nós não somos donos de nós mesmos, mas somos propriedade exclusiva de Deus. Nos Salmos 39;5-6; 90:10 e 144:4 vemos que nossos dias são como a sombra, passa rapidamente e nós voamos. Já – (1Tim. 6:7-12) diz que nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. (Veja Luc. 12:13-34 e atente nos V. 20,21, 31 e 34). Vejamos Mal. 3:7-12. ) V. 8 diz que quem não entrega o dízimo e as ofertas está roubando a Deus. O V.9 diz que são amaldiçoados os que assim procedem. Esta maldição não é um castigo de Deus mas é fruto do pecado de ser infiel. Deus simplesmente retira de sobre eles a sua graça, a sua proteção e não repreende o devorador – satanás – (V. 11). Neste caso o maligno fica livre para agir contra essas pessoas. Resultado: a pessoa gasta mais com médicos, farmácia, conserto de carro ou de aparelhos elétricos de casa, imprevistos, o ladrão, coisas supérfluas, etc. Parece que recebe o salário num saco furado – (Ageu 1:5-6). O dinheiro não dá para nada. Vale a pena ser fiel nos dízimos e nas ofertas. Confira Sal. 34:9-10; 37:25. Faça uma prova com Deus – (Mal. 3:10). O que Deus quer de cada um de nós é que primeiramente entregue sua vida por inteiro a Cristo. Faça de Cristo o Senhor da sua vida. Observe que a oferta de Abel foi aceita, mas antes de aceitar a oferta de Abel, o Senhor aceitou o próprio Abel. Conseqüentemente aquilo que oferecemos a Deus será aceito, se primeiro nos dar -mos a Ele e depois a igreja para servi-lo – (2 Cor. 8:1-5 e 9).
3º) AS BENÇÃOS DE SER FIEL NO DÍZIMO E OFERTAS: A fidelidade é como um atestado de que sua vida espiritual está bem . Confira em 1 Cor. 9:1-15 como abençoavam e eram abençoados os que davam com alegria. O V.6 diz: “O que semeia em abundância, em abundância também ceifará. “ Os dízimos e as ofertas são utilizados na manutenção da obra de Deus para: para pagar a preparação e o salário dos pastores e missionários – (1 Cor. 9:13-14), construir ou reformar os templos, adquirir móveis e utensílios para a igreja, despesas gerais de seu funcionamento, ajuda a irmãos muito pobres, etc. OBS: os pastores também entregam a Deus o dízimo do que recebem – (Num. 18:26). Todas estas coisas e muitas outras só podem ser realizadas se houver pessoas fiéis nos dízimos e ofertas. Foi por isso que Deus disse: “Trazei todos os dízimos á casa do tesouro do Senhor, para que haja mantimento na minha casa... “ (Mal. 3:10). É benção para nós participarmos da obra de Deus com dízimos e ofertas. Porém para todos os que são fieis, há inúmeras benções individuais em toda a Bíblia. Só em Mal. 3:7-12 temos sete: PRIMEIRA: V. 7 – Eu me tornarei para vós. SEGUNDA: V. 10 – Abrirei sobre vós as janelas do céu. TERCEIRA: V. 10 – Derramarei benção sem medida. QUARTA: V.11 – Repreenderei o devorador. SEXTA: V. 12 – Sereis felizes. SÉTIMA: V. 12 – sereis terra deleitosa. É privilegio e grande bênção ser fiel a Deus nos dízimos e ofertas. OBS: Há casos de servos de Deus fiéis viverem em dificuldade. Isto acontece porque são maus mordomos, maus administradores daquilo que Deus lhes dá. Gastam no supérfluo, compram o que não precisam, esbanjam e desperdiçam sem medida, envolvem-se em dívidas desnecessárias. A Bíblia é contra este tipo de conduta. Precisamos também aprender a sermos bons administradores do nosso dinheiro, então, sendo fiéis a Deus e bons administradores, teremos abundância de tudo (Mal. 3:10). Luxúria é fruto da carne (HOMEM NATURAL).
4º) ONDE, A QUEM E COMO ENTREGAR O DÍZIMO E OFERTAS:
A) ONDE ENTREGAR: Na igreja que você é membro, pretende ser ou está freqüentando – (Mal. 3:10). O membro da igreja não deve dividir seu dízimo ou reduzir suas ofertas para ajudar em outra igreja. Se fizer isto, estará administrando os recursos de Deus por conta própria, contrariando a Bíblia. A administração é feita por pessoas eleitas e aprovadas pela assembléia da igreja, investidas dessa autoridade e a orientação de Deus para esse ministério. Porém, se algum membro sentir de ajudar alguma igreja ou alguma pessoa em particular, deve faze-lo mas com recursos extras, sem diminuir o que normalmente costuma entregar em sua igreja. B) A QUEM E COMO ENTREGAR: Esteja consciente de que quando você coloca seus dízimos e ofertas no gazofilácio ou arca da igreja, está entregando nas mãos de Deus. Os recursos passam a ser de Deus que os entrega à igreja para administra-lo na sua obra – (Num. 18:26). Devemos pois entregar com alegria, amor prazer e ações de graças. Como parte do culto a Deus consagrando a Deus o que lhe entregamos e agradecendo por tudo que nos tem dado – (2 Cor. 9:7).
CONCLUSÃO: O dízimo e as ofertas foram instituídos por Deus para todos os tempos. Dízimos é 10% do que se ganha. As ofertas serão conforme a nossa decisão. A principal oferta que de nós, é a nossa própria vida, doada a Ele e a oferta de sacrifício de louvor r adoração. Destas dependem as outras porque o dízimo é uma questão espiritual. Cristo quer ser Senhor de nossa vida para nos usar na sua obra. Todos os que são infiéis a Deus nos dízimos e ofertas vivem debaixo da maldição deste pecado. Porém, os que são fiéis, vivem felizes e de na têm falta. A manutenção da obra de Deus é realizada com dízimos e as ofertas. Separe o dízimo e as ofertas antes de suas despesas. Entregue-os a Deus na sua igreja com alegria e gratidão e seja abençoado. Amém. Os Atributos de DeusOS ATRIBUTOS DE DEUS
Sl. 139:7,8 “Para onde irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também”.
A Bíblia não procura comprovar que Deus existe. Em vez disso, ela declara a sua existência e apresenta numerosos atributos seus. Muitos desses atributos são exclusivos dele, como em Deus; outros existem em parte no ser humano, pelo fato de ter sido criado à imagem de Deus.
ATRIBUTOS EXCLUSIVOS DE DEUS
Deus é onipresente – Ele está presente em todos os lugares a um só tempo. O salmista afirma que, não importa para onde formos, Deus está ali - (Sl. 139:7-12; Cf. Jr. 23:23,24; At. 17:27,28); Deus observa tudo quanto fazemos.
Deus é onisciente – Ele sabe todas as coisas – (Sl. 139:1-6; 147.5). Ele conhece não somente nosso procedimento, mas também nossos próprios pensamentos – (1 Sm. 16:7; 1 Rs. 8:39; Sl. 44:21; Jr. 17:9,10). Quando a Bíblia fala da presciência de Deus – (Is. 42:9; At. 2:23; 1 Pe. 1:2), significa que Ele conhece com precisão a condição de todas as coisas e de todos os acontecimentos exeqüíveis, reais possíveis, futuros, passados ou predestinados – (I Sm. 23:1o-13; Jr. 38:17-20). A presciência de Deus não subentende determinismo filosófico. Deus é plenamente soberano para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história, segundo sua própria vontade e sabedoria. Noutras palavras, Deus não é limitado à sua própria presciência – (Ver Nm. 14:11-20; 2 Rs. 20:17).
Deus é onipotente – Ele é o Todo- Poderoso e detém a autoridade total sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas (Sl. 147:13-28; Jr. 32:17; Mt. 19:26; Lc. 1:37). Isso não quer dizer, jamais, que Deus empregue todo o seu poder e autoridade em todos os momentos. Por exemplo, Deus tem poder para exterminar totalmente o pecado, mas optou por não fazer assim até o final da história humana (Ver 1 Jo. 5 :19). Em muitos casos, Deus limita o seu poder, quando o emprega através do seu povo (2 Co. 12:7-10); em casos assim, o seu poder depende do nosso grau de entrega e de submissão a Ele (Ver Ef. 3:20).
Deus é transcendente – Ele é diferente e independente da sua criação (Ver Ex. 24:9-18; Is. 6:1-3; 40:12-26; 55:8,9). Seu ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada (1 Rs. 8:27; Is. 66:1,2; At. 17: 24,25). Ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro muito além daquilo que Ele criou. Ele mesmo é incriado e existe à parte da criação – (Ver 1 Tim. 6:6). A transcendência de Deus não significa, porém, que Ele não possa estar entre o seu povo como seu Deus (Lv. 26:11,12; Ez. 37:27; 43:7; 2 Co. 6:16).
Deus é eterno – Ele é de eternidade á eternidade – (Sl. 90:1-2 ; 102:12; Is. 57:12). Nunca houve nem haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que Deus não existisse ou que não existirá; Ele não está limitado pelo tempo humano – (Cf. Sl. 90:4; 2 Pe. 3:8), e é, portanto melhor descrito como “EU SOU’ – (Cf. Ex. 3:14; Jo 8:58).
Deus é imutável – Ele é inalterável nos seus atributos, nas suas perfeições e nos seus propósitos para a raça humana – (Nm. 23:19; Sl. 102: 26-28; Is. 41:4; Ml. 3:6 Hb. 1:ll,12; Tg.1:17). Isso não significa, porém que Deus nunca altere seus propósitos temporários ante o proceder humano. Ele pode, por exemplo, alterar suas decisões de castigo por causa do arrependimento sincero dos pecadores – (Cf. Jn. 3:6-10). Além disso, Ele é livre para atender as necessidades do ser humano e às orações do seu povo. Em vários casos a Bíblia fala de Deus mudando uma decisão como resultado das orações perseverantes dos justos – (Nm. 14:1-20; Rs. 20:2-6; Is. 38:2-6; Lc. 18:1-).
Deus é perfeito e santo – Ele é absolutamente perfeito e justo – (Lv. 11:44-45; Sl. 85:13; 145:17; Mt. 5:48). Adão e Eva foram criados sem pecado – (Cf. Gn. 1:31).
Deus é trino – Três “pessoas” independentes com ideais comuns. As escrituras definem claramente a pessoa do Pai, do Filho e Espírito Santo; e também a obra de cada um no tocante a humanidade. Jesus faz referência ao Pai e o Espírito Santo por diversas vezes – (Mt. 3:16,17; 24:36; Jo. cap. 14 e 17).
ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS – IMAGEM E SEMELHANÇA
Muitas características do Deus único e verdadeiro, especialmente seus atributos morais, têm certa similitude com as qualidades, humanas; sendo, porém, evidente que todos os seus atributos existem em grau infinitamente superior aos humanos. Por exemplo, embora Deus e o ser humano possuam a capacidade de amar, nenhum ser humano é capaz de amar com o mesmo grau de intensidade como Deus ama. Além disso, devemos ressaltar que a capacidade humana de Ter essas características vem do fato de sermos criados à imagem de Deus (Gn. 1:26,27); noutras palavras, temos a sua semelhança, mas Ele não tem a nossa; Ele não é como nós.
Deus é bom - (Sl. 25:8; 106:1; Mc. 10:18). Tudo quanto Deus criou originalmente era bom, era uma extensão da sua própria natureza (Gn. 1:4,10,12,18,21,25,31). Ele continua sendo bom para sua criação, ao sustentá-la, para o bem de todas as suas criaturas – (Sl. 104:10-28; 145:9). Ele cuida até dos ímpios (Mt 5:45; At. 14:17). Deus é bom, principalmente para os seus, que o invocam em verdade (Sl. 145:18-20).
Deus é amor – (1 Jo. 4:8). Seu amor é altruísta, pois abraça o mundo inteiro, composto de humanidade pecadora – (Jo 3:16; Rm.5:8). A manifestação principal desse seu amor foi a de enviar seu único Filho, Jesus, para morrer em lugar dos pecadores (1 Jo. 4:9,10). Além disso, Deus tem amor paternal especial àqueles que estão reconciliados com Ele por meio de Jesus (Ver Jo 16:27).
Deus é misericordioso e clemente - (Ex. 34:6; Dt. 4:31; 2 Cr. 30:9; Sl. 103:8; 145:8; J1. 2:13). Ele não extermina o ser humano conforme merecemos devido aos nossos pecados – (Sl. 103:10), mas nos outorga o seu perdão como Dom gratuito a ser recebido pela fé em Jesus Cristo.
Deus é compassivo – Rs. 13:23; Sl. 86:15; 111:4). Ser compassivo significa sentir tristeza pelo sofrimento doutra pessoa, com desejo de ajudar. Deus revela sua compaixão pelas multidões ao pregar o evangelho aos pobres, proclamar libertação aos cativos, dar vista aos cegos e por em liberdade os oprimidos (Lc. 4:18; Cf. Mt. 9:36; 14:14; 15:32; 20:34; Mc. 1:41; ver Mc. 6:34).
Deus é paciente e lento em irar-se - (Ex. 34:6; Nm. 14:18; Rm. 2:4; 1 Tm. 1:16). Deus expressou esta característica pela primeira vez no jardim do Éden após o pecado de Adão e Eva, quando deixou de destruir a raça humana conforme era seu direito (Cf. Gn, 2:16, 17). Deus também foi paciente nos dias de Noé, enquanto a arca estava sendo construída – (1Pe. 3:20). E Deus continua demonstrando paciência com a raça humana pecadora; Ele não julga na devida ocasião, pois destruiria os pecadores, mas na sua paciência concede a todos a oportunidade de se arrependerem e serem salvos – (2 Pe. 3:9).
Deus é a verdade (Dt. 32:4; Sl. 31:5; Is. 65:16; Jo 3:33). Jesus chamou-se a si mesmo “a verdade” (Jo 14:6), e o Espírito é chamado o “Espírito da verdade” (Jo 14:17; Cf. 1 Jo 5:6). Por que Deus é absolutamente fidedigno e verdadeiro em tudo quanto diz e faz, a sua palavra também é chamada a verdade – (2 Sm. 7:28; Sl. 119:43; Is. 45:19; Jo 17:17). Em harmonia com este farto, a Bíblia deixa claro que Deus não tolera a mentira nem falsidade alguma (Num. 23:19; Tt. 1:2; Hb. 6:18).
Deus é fiel – (Ex. 34.6; Dt. 7:9; Is 49:7; Lm. 3:23 Hb. 10:23. Deus fará aquilo que Ele tem revelado na sua Palavra; Ele cumprirá tanto as suas promessas, quanto as suas advertências – (nm. 14:32-35; 2 Sm. 7:28; Jó 34:12; At. 13:23,32,33; ver 2 Tm. 2:13 nota). A fidelidade de Deus é de consolo inexprimível para o crente, e grande medo de condenação para todos aqueles que não se arrependerem nem crerem no Senhor Jesus – (Hb. 6;4-8; 10;26-31).
Deus é justo – (Dt. 32:4; 1 Jo 1:9). Ser justo significa que Deus mantém a ordem moral do universo, é reto e sem pecado na sua maneira de tratar a humanidade (Ne 9;33; Dn. 9;14). A decisão de Deus de castigar com a morte os pecadores – (Rm 5.12) procede de sua justiça – (Rm. 6;23; Cf. Gn. 2;16,17); sua ira contra o pecado decorre do seu amor à justiça (Rm. 3;5,6 ver Jz. 10;7 nota). Ele revela a sua ira contra todas as formas da iniqüidade – (Rm. 1;18), principalmente a idolatria (1 Rs. 14;9, 15,22), a incredulidade – (Sl. 78;21,22; Jn. 3;36) e o tratamento injusto com o próximo (Is. 10;1-4; Am. 2;6,7), Jesus Cristo, que é chamado o “Justo” - (At. 7;52; 22;14; Cf. At. 3;14), também ama a justiça e abomina o mal – (ver Mc. 3;5; Rm. 1;18; Hb. 1;9). Note que a justiça de Deus não se opõe ao seu amor, pelo contrário, foi para satisfazer a sua justiça que Ele enviou Jesus a este mundo, como sua dádiva de amor – (Jo 3;16; 1 Jo.4: 9,10) e como seu sacrifício pelo pecado em lugar do ser humano (Is. 53;5,6 ; Rm. 4:25; 1 Pe. 3;18), a fim de nos reconciliar consigo mesmo em Jesus Cristo – Cf. Jo 1:18; Hb. 1:1-4); noutras palavras, se quisermos entender completamente a pessoa de Deus, devemos olhar para Cristo, porque nele habita toda a plenitude da divindade – (Cl. 2;9).
Eleição e Predestinação
ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO
Efésios 1;4,5 – “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade”.
ELEIÇÃO : A escolha por Deus daqueles que crêem em Cristo é uma doutrina importante – (ver Rm. 8;29-33; 9;6-26; 11;5,7,28; Cl.3;12; 1 Ts. 1;4; 1 Ts. 1:4; 2 Ts. 2;13; Tt. 1;1). A eleição refere-se à escolha feita por Deus, em Cristo, de um povo para si mesmo, a fim de que sejam santos e inculpáveis diante dele – (Cf. 2 Ts.2;13; ii Cor. 5;17). Essa eleição é uma expressão do amor de Deus, que recebe como seus todos os que recebem seu Filho de Jesus – (Jo 1.12). A doutrina da eleição abarca as seguintes verdades:
A eleição é cristocêntrica – A eleição de pessoas ocorre somente em união com Jesus Cristo. Deus nos elegeu em Cristo para a salvação. O próprio Cristo é o primeiro de todos os eleitos de Deus. A respeito de Jesus, Deus declara: “Eis aqui o meu servo, que escolhi” – (Mt. 12;18; Cf. Is. 42;1,6; 1 Pe. 2;4). Ninguém é eleito sem estar unido a Cristo pela fé.
A eleição é feita em Cristo, pelo seu sangue; “em quem (Cristo ) pelo seu sangue”. O propósito de Deus, já antes da criação, era Ter um povo para si mediante a morte redentora de Cristo na cruz. Sendo assim, a eleição é fundamentada na morte sacrificial de Cristo, no Calvário, para nos salvar dos nossos pecados – (At. 20;28; Rm. 3;24-26).
A eleição em Cristo é em primeiro lugar coletiva – A eleição de um povo – (1.4,5,7,9; 1 Pe. 1;1; 2.9). Os eleitos são chamados “O seu (Cristo) corpo” – (1.23; 4.12), “minha igreja” – (Mat.16:18)., o “povo adquirido” por Deus – (1Ped. 2:9) e a “noiva” de Cristo – (Ap. 21;9). Logo, a eleição é coletiva e abrange o ser humano como indivíduo, somente á medida que este se identifica e se une ao corpo de Cristo, a igreja verdadeira – (1.22,23). È uma eleição como a de Israel no AT – (Dt. 29:18-21; 2 Rs. 21;14). As referências são de Efésios. As eleições para a salvação e a santidade do corpo de Cristo são inalteráveis. Mas individualmente a certeza dessa eleição depende da condição da fé pessoal e viva em Jesus Cristo, e da perseverança na união com Ele. O apóstolo Paulo demonstra esse fato da seguinte maneira: O propósito eterno de Deus para a igreja é que sejamos “santos irrepreensíveis diante dele” – (1.4). Isso se refere tanto ao perdão dos pecados – (1.7) como à santificação e santidade. O povo eleito de Deus está sendo conduzido pelo Espírito Santo em direção à santificação e à santidade – (Rm. 8;14; Gl. 5;16-25). O apóstolo enfatiza repetidas vezes o propósito supremo de Deus – (2.10; 3.14-19; 4.1-3,13,14; 5.1-18). O cumprimento desse propósito para a igreja como corpo não falhará: Cristo a apresentará “a si mesmo igreja gloriosa... santa e irrepreensível” – (5.27). O cumprimento desse propósito para o crente como o indivíduo dentro da igreja é condicional. Cristo irá “vos apresentará “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4), somente se continuarmos na fé. A Bíblia mostra isso claramente: Cristo irá “vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho” (Cl. 1:22,23). 5. A eleição para a salvação em Cristo é oferecida a todos – (Jo 3:16,17; 1 Tm. 2:4-6; Tt. 2:11; Hb. 2:9), e torna-se uma realidade para cada pessoa consoante seu prévio arrependimento e fé, ao aceitar o Dom da salvação em Cristo – (2.8; 3.17; cf. At. 20.21;Rm 1:16; 4:16). Mediante a fé, o Espírito Santo admite o crente ao corpo eleito de Cristo (a igreja) – (1 Co. 12:13), e assim ele torna-se um dos eleitos. Daí, tanto Deus quanto o homem têm responsabilidade na eleição (Rm. 8:29; 2 Pe. 1:1-11). A PREDESTINAÇÃO: A predestinação significa “decidir de antemão e se aplica aos propósitos de Deus inclusos na eleição. A eleição é a escolha feita por Deus, “em Cristo”, de um povo para si mesmo – (a igreja verdadeira). A predestinação abrange o que acontecerá ao povo de Deus – (todos os crentes genuínos em Cristo). 1. Deus predestina seus eleitos a serem: Chamados (Rm. 8:30); justificados (Rm. 3:24; 8:30); glorificados (Rm. 8:30); conformados à imagem do Filho (Rm. 8:29); santos e inculpáveis (1.4); adotados como filhos (1.5); redimidos (1.7); participantes de uma herança - (1.14); para o louvor da sua glória (1.12; 1 Pe.2:9);participantes do Espírito Santo (1.13; Gl. 3.14); e criados em Cristo Jesus para boas obras (2.10). 2. A predestinação, assim como a eleição, refere-se ao corpo coletivo de Cristo – (a verdadeira igreja), a abrange indivíduos somente quando inclusos neste corpo mediante a fé viva em Jesus Cristo (1.5,7,13; cf. At. 2:38-41; 16:31). RESUMO: No tocante à eleição e predestinação, podemos aplicar a analogia de um grande navio viajando para o céu. Deus escolhe o navio (a igreja) para ser sua própria nau. Cristo é o Capitão e piloto desse navio. Todos os que desejam estar nesse navio eleito, podem faze-lo mediante a fé viva em Cristo. Enquanto permanece no navio, acompanhando seu Capitão, estarão entre os eleitos. Caso alguém abandone o navio e o seu Capitão, deixará de ser um dos eleitos> A predestinação concerne ao destino do navio e ao que Deus preparou para quem nele permanece. Deus convida todos a entrar a bordo do navio eleito mediante Jesus Cristo. Os Três BatismosOS TRÊS BATISMOS1 – BATISMO NAS ÁGUAS: Mateus 3:1 – 12 Na referência bíblica, João Batista declara batizar com água, logicamente pelo fato de ninguém além de Deus, poder conceder o Espírito Santo – (Lc. 11:13) OBS: A palavra batismo significa imersão, envolvimento ou domínio, ou seja estar totalmente envolvido ou dominado. Mateus 28-16 – 20 Eis aqui uma ordenança deixada pelo Senhor Jesus. O que crê no Senhor, deve ser batizado em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Marcos 16:15 – 16 O texto do evangelho de Marcos é o único que diz: QUEM CRER E FOR BATIZADO SERÁ SALVO. Em certos casos que a Bíblia nos apresenta, é necessário observarmos o contexto geral das Escrituras; pois a Bíblia explica a própria Bíblia; sabemos que o batismo tem que ser aceito e praticado; pois é ordem divina. Porém vinculá-lo à salvação, é fazer afirmativa sem ter suficiente base bíblica. Ex. – O ladrão da cruz, não teve condição de ser batizado (Lucas 23:43). Diversas pessoas hoje têm se arrependido de seus pecados, e aceitado a Jesus nos seis últimos instantes de vida; sem chegarem as águas batismais; contudo, pelo contexto geral das Escrituras somos levados a crer na salvação destas pessoas - (João 3;16); Romanos 6:1-14 e Colossences 2:12. 2 - BATISMO (envolvimento) NO ESPÍRITO SANTO: Ministrado pelo céu, quero frisar, que quando falo de batismo no Espírito Santo, não estamos nos referindo ao fato de Ter ou não o Espírito Santo, tão pouco, o fato de falar ou não em línguas estranhas. Todo que aceita a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, único e pessoal, tem em si o Espírito Santo como garantia da salvação (Efésios 1:12-14 e Romanos 8:9).
ATENÇÃO
1) Um fato é Ter o Espírito Santo para ser salvo – (vede versos acima). 2) Outro fato é o batismo – (envolvimento, revestimento, autoridade, capacitação para testemunhar – (Lucas 24:49/Atos 1:8). 3) Quanto ao falar em línguas, pode ser que evidencie o revestimento de poder: porém, não necessariamente; pois a Bíblia não nos mostra tal regra, e o falar em línguas não é o único Dom, mas um dos diversos, dado pelo Espírito Santo, para a edificação da Igreja – (I Cor. 12:11-11).
OBS: João 20:22, mostra-nos os discípulos recebendo o Espírito Santo, mas nenhum Dom é evidenciado no momento.
OBSERVAÇÃO
· Para receber o batismo (poder) do Espírito Santo, é necessário haver o desejo de testemunhar e dizer: eu sou discípulo de Jesus – (Atos 1:8). · Atos 2:1-14 – (Uma operação de maravilhas) Podemos até considerar que na passagem de Atos 2, possa ter ocorrido isoladamente o Dom de línguas, porém vamos ver o que o texto realmente busca nos explicitar. · No verso n.º 4, vemos que os discípulos falaram em línguas concedidas pelo Espírito Santo. · No verso n.º 6, fica evidente que as pessoas de outras terras que estavam em Jerusalém- , ouviram os discípulos falarem em seus idiomas (estrangeiro), e assim estavam pasmos (verso 7). Portanto, concluímos que o registro ora feito, fala de uma operação de maravilhas (o Espírito Santo, permitiu a cada discípulo, que falasse em idioma que não conheciam); e não que haja preocupação de registrar o Dom de línguas.Concluímos então, que os discípulos falaram em línguas estrangeiras (terrenas), e não línguas estranhas (espirituais).
OBS: As línguas estranhas não são entendidas por ninguém – (só o Espírito Santo pode dar interpretação), e é Dom que edifica o que possui (I Coríntios 14:2,4).
ATOS 19:1-6 – (Explicando um pouco mais)
No verso nº 2, é necessário frisar, que o fato de os discípulos não terem ouvido a cerca do Espírito Santo, não significa que não fossem possuidores do mesmo (Efésios 1:12-14/Atos 2:38 – João 1:12)
IMPORTANTE: O FATO DOS HOMENS NÃO CONHECEREM OS CONCEITOS DE DEUS, NÃO ALTERA AS SUAS LEIS PRÉ-ESTABELECIDAS (Gn. 20:1-18).
No verso nº 3, vemos que haviam sido batizados por João Batista. · No verso nº 5, foram batizados conforme ordem de Jesus – (Mateus 28:19). · No verso nº 6, não quer dizer em absoluto, que Paulo tivesse autoridade para fazer as pessoas receberem o Espírito Santo, muito menos de levá-las a profetizar. Devemos considerar o fato de aqueles corações estarem prontos e receberem tal graça de Deus. Deus opera sinais e maravilhas na presença de seus servos consagrados, porém não são eles que fazem os sinais, e sim Deus; por isso a Glória é de Deus, e não dos homens.
3 – BATISMO DE FOGO _ (Aos que negam a si mesmo)
· No contexto do Antigo Testamento vemos o fogo como: a) Juízo – (reprovação): II Reis 1:10; Levítico: 10:2 b) Aprovação: Lev.: 9:15-24; I Cron.: 21:26; II Cron. 7:1-13; I Reis 18:30-38
OBS.: Em resumo, podemos entender, que Batismo com Fogo, seja apenas uma maior dispensação de poder e autoridade dentro do próprio Batismo no Espírito Santo.
A aprovação para tal batismo, somente ocorre, quando há no coração humano uma pré-disposição em dar enfoque exclusivo a pessoa (glória) de Deus: (Levítico 9 :24; I Reis 18:39; II Crônicas 7:3).
POSICIONAMENTO INICIAL PARA A APROVAÇÃO DIVINA
Restauração: I Reis 18:30. É necessário rever os conceitos, e voltar ao primeiro amor – (Apoc. 2:4,5). Fazer tudo conforme a ordem divina (I Reis 18:36; Gen. 17:1). Somente para vidas que negam a si mesmas (Mateus 10:37-39; 16:24-26; Romanos 12:1; Atos 20:24; Gálatas 2 :20).
OBJETIVO DO BATISMO COM FOGO ( um ponto de vista )
· Abre as portas para as maravilhas de Deus: - Este batismo faz com que Deus opere maravilhas sobre a terra na presença dos seus servos – (Atos 19:11,12; Hb. 12:29). · Outro ponto de vista, que também em nada fere a Escritura, é a defesa de que, batismo no Espírito e com fogo seria um só episódio. A Segunda Vinda de JesusESCATOLOGIA
A SEGUNDA VINDA DE JESUS
Jesus Cristo é o centro da revelação de Deus aos homens. Ele veio a primeira vez como Salvador e virá a Segunda vez como juiz: “E como aos homens está ordenado morrerem uma só vez e depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos (1º vinda), aparecerá a Segunda vez sem pecado, aos que o esperam para a salvação (2º vinda)”. Hb. 9:27,28; Mt. 16:27; Lc. 27:28-30. A palavra de Deus menciona mais vezes a 2ª vinda de Cristo do que a primeira. A Bíblia não revela quando será o dia nem a hora em que Jesus voltará. Esta hora é de autoridade exclusiva do Pai. At.1:7; Mt. 24:36-42; Lc. 12:42-44; Mc. 13:21,22.
· A Segunda vinda será literal: At. 1:10; 1 Ts. 4:16,17; Ap.1:7; Zc. 14:4. · A Segunda vinda será gloriosa: Mt. 16:27; 25:31; 2 Ts. 1:7-9; Cl. 3:4; Lc. 21:27; Mc. 8:38. · A Segunda vinda será repentina, “como num abrir e fechar de olhos” 1 Co. 15:52; Mt. 24:27 · A Segunda vinda será inesperada: 2 Pe. 3:4; Mt. 24:48-51; Ap.16:15
A Segunda vinda será anunciada com grande clangor de trombeta: Mt. 24:31 – (Ex. 19:13-19); 1 Co 15:52; 1 Ts. 4:16.
POVO ESCOLHIDO: Israel é o povo escolhido para receber as revelações de Deus. Deus se revelou a Abraão (Gn. 12), Moisés (Ex. 3) e nunca deixou de dar testemunho de si mesmo através dos séculos. Com a monarquia, particularmente com o reinado de Davi, Israel atingiu a Idade de Ouro, o apogeu. Deus deu a Davi a planta do Templo e Salomão o edificou (I Cr. 28;19; 22:5).
O reinado de Salomão se caracterizou pela prosperidade, o luxo, mas também, a idolatria. Com a sua morte, o reino foi dividido. Em lugar do reino unido, pelas 12 tribos de Israel, dois reinos se estabeleceram: o reino do norte , Israel (capital Samaria) e o reino do Sul, Judá (capital Jerusalém). Por causa da desobediência e da idolatria, o povo de Deus foi levado cativo.
Primeiramente, o reino do norte (cativeiro assírio), aproximadamente um século mais tarde, o reino do sul (cativeiro babilônico) Dn. 9:7. O cativeiro teve por objetivo correção e disciplina do povo entregue à idolatria. Deus usou Nabucodonosor para executar seu juízo: Jerusalém deu ensejo ao ministério dos três grandes profetas: Jeremias, Ezequiel e Daniel.
Em uma das levas de cativos estava Daniel. O livro de Daniel (Dn. 7:1,28; 8:2; Mt. 24:15) é considerado o “Apocalipse do Antigo Testamento”. Daniel está ligado a homens justos (Ez. 14: 14-16).
· cativeiro babilônico durou 70 anos (Dn. 9:2; Jr. 25:11 Jr. 29:10), quando, então a Babilônia caiu sob o Império Persa. O rei persa, Artaxerxes, deu ordem para restaurar a cidade de Jerusalém e permitiu a volta dos exilados judeus.
Deus revelou-se a Daniel e deu a ele a profecia das 70 semanas proféticas. As Setentas SemanasAS SETENTA SEMANAS – (490 anos)
· Dn. 9:24 - 27 · Cada dia da semana é igual a 1 ano – Lv. 25:8; Nm. 14:34; Ez. 4:5-6 · Dividem-se em 3 períodos: · 1º período = 7 semanas = 49 anos · 2º período = 62 semanas = 434 anos · 3º período = 1 semana = 7 anos
Primeiro período = 7 semanas = 49 anos – (Dn. 9:2)
Começou com a saída da ordem dada pelo rei Artaxerxers, para restaurar a cidade de Jerusalém e findou com o término da reconstrução da cidade – (Ne. 2:1-8).
Segundo Período: 62 semanas = 434 anos – (Dn. 9:25,26)
OBS.: 1º. Período = 49 anos + 2º Período = 434, TOTAL = 483 anos.
Quando acabou a construção de Jerusalém, as 7 semanas – (49 anos – 1º período) terminaram, iniciando-se 0 2º período composto por 62 semanas.Este período começou com o término da construção da cidade de Jerusalém e terminou quando Jesus foi assunto ao céu. Os dois primeiros períodos, que correspondem às 69 semanas – (7 + 62) já se cumpriram. Desde a 69ª semana, quando o Messias foi assunto ao céu, até a abertura da última semana, estamos no período da graça e da longanimidade de Deus. 2 Pe. 3:9.
Terceiro Período: Última semana = 7 anos
Iniciará com a assinatura de tratado ou aliança pelo anticristo, que é príncipe de Dn. 9:27 , Dn. 7:3,7,8,19-22).
A última semana divide-se em dois períodos: a) Primeira metade da semana = 3anos e meio – (1260 dias) b) Segunda metade da semana = 3 anos e meio – (1260 dias) – Ap. 12:6
A metade da semana é também representada por 1 tempo, tempos e metade de 1 tempo = (3 anos e meio) Dn. 12:7-13.
A primeira metade da Última Semana
Depois da assinatura do tratado, o anticristo maravilhará o mundo com seu domínio prodigioso e se assentará no trono de Jerusalém, enganando até os próprios judeus – (2 Ts. 2:4). Os judeus pensarão ser ele o próprio Cristo por causa dos prodígios de mentira. O anticristo irá revelar-se como ditador mundial – (a igreja ainda estará presente na 1ª metade da última semana). a) Haverá uma paz simulada. A igreja ficará numa falsa paz, porém conhecedora de que é falsa. b) Toda a terra se “maravilhará” com ele até a metade da última semana. c) O anticristo dominará o mundo com um governo poderoso, milagroso, com prodígios de mentira. 2 Ts. 2:9 d) As duas testemunhas – (Ap. 11:1-14) profetizarão e atuarão nesta primeira metade da última semana. Ap. 11:3.
A SEGUNDA METADE DA ÚLTIMA SEMANA
a) Manifestação do anticristo – (Dn. 9:27; II Ts. 2:3-9) b) Arrebatamento da igreja – (Dn. 9:27; 7:25; Ap. 12:6-14; Mt. 25:6; Lc. 21:34-36).
O Anticristo – 1ª Besta – (filho da perdição) (Ap. 13:1-10; 2Ts. 2:3,9 e 10)
* Características do anticristo:
· É a besta que saiu do mar – (Ap. 13:1) · Será o ditador mundial, a 1ª besta – (Ap. 13:7,8). · Estabelecerá o culto satânico – (II Ts. 2:4 – Ap. 13:4) · Seu poder será diabólico, através do dragão, que é Satanás – (Ap. 13:2; 2 Ts. 2:3,9) · Será ajudado pela 2ª besta (sistema de governo religioso), que é o falso profeta. · Reunirá a ferocidade das feras vistas pelo profeta Daniel – (Ap. 13:2; Dn. 7:4-6) · Terá poder sobre os crentes na grande tribulação – (Ap. 13:7; Ap. 7:13,14) · Toda a terra se maravilhará com ele até a metade da última semana por causa dos prodígios de mentira. · Sua força e sua farsa são representadas pelo cavalo branco e seu cavaleiro – (Ap. 6:2), tentando imitar o Cavaleiro Fiel e verdadeiro que é o Senhor Jesus Cristo – (Ap. 19:11-21). O mesmo espírito que atuou em Judas vai dar poder ao anticristo para governar – (2 Ts. 2:8,9; Ap. 13.2). Não se manifestará abertamente no princípio, usará uma “capa” fazendo maravilhas.
O FALSO PROFETA OU A 2ª BESTA ( sistema de gov. religioso) – (Ap. 13:11-18)
· Terá aparência de verdadeiro, com a forma exterior de cordeiro. A denominação “besta” significa força animalesca.
Terá chifres de cordeiro e voz de dragão: voz dominadora. Liderará o mundo ao redor do culto do anticristo; vv 11,13 (Ap. 19:20; Mt. 24:24). · Exigirá adoração à imagem do anticristo (vv 12-16), fará crer que a imagem do anticristo fala (v. 15). Os que não adorarem serão mortos (v. 18), somente os salvos não a adorarão (v.15). · Assim como o fogo que caiu do céu em Jó 1:16, não era fogo de Deus, como os homens disseram, mas fogo de satanás, o falso profeta receberá poder para realizar o mesmo (v. 13). · Retirará o direito de pessoa jurídica de quem não adorar o anticristo, obrigando a humanidade a Ter o número da besta. (vv. 17,18; II Ts. 2:4,8) · Terá poder sobre os crentes que ficarem para grande tribulação (Ap. 6:9,10; 7:9,13,14)
Na primeira metade da Última Semana as Duas Testemunhas atuarão, serão mortas e ressuscitarão; na Segunda metade da semana, o anticristo e o falso profeta serão personagens centrais.
As Duas TestemunhasAS DUAS TESTEMUNHAS – (Ap. 11:3-13) .
OBS.: Primeiro ponto de vista( antigo, e já descartado).
· Serão (dois homens*) de Deus com poderes semelhantes aos de Moisés e Elias (vv 5,6; I Rs. 17:1; Ex. 7:19) · Profetizarão durante 3 anos e meio. Quando entregarem toda a mensagem, Deus permitirá que o anticristo tire a vida destas duas testemunhas, que serão vistas por todo o mundo e estarão na cidade do Grande Rei (Jerusalém).
Depois de 3 dias e meio, Deus enviará sopro de vida a estas duas testemunhas ressuscitarão e muitos glorificarão a Deus.Quando ressuscitarem, uma nuvem as envolverá e elas subirão (Dn. 9:27; Ap. 11:3,7). “... Vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro, e para aguardardes dos céus, o seu Filho, a quem Ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus , que nos livra da ira vindoura” Ts. 1:9-10.
OBS: COMENTÁRIO I
Em virtude de muitas simbologias envolvendo a questão, já é possível NAO somente crer que as duas testemunhas sejam apenas duas pessoa, mas podem representar grandes organizações.
· Castiçal é símbolo de Igreja / palavra/Israel. · Oliveira produz óleo, que é símbolo do Espírito Santo/ Israel/ Unção. · É dito que o anticristo lhes faz GUERRA, isto poderia ser confuso se nos prendermos exclusivamente ao fato, considerando duas pessoas somente.
Não devemos esquecer que a parábola das 10 virgens – (Mt.25), revela que parte da Igreja não será arrebatada. Outro detalhe é que é dito que seus corpos estarão na praça; corpo é também símbolo da Igreja. Enfim não tomemos decisões precipitadas; pois a seu tempo, tudo será revelado – (Deut. 29:29).
OBS.: COMENTÁRIO II
Pelas próprias simbologias Bíblicas, outro argumento que encontramos, é que, as duas testemunhas possam ser: Oliveira – (remanescente * de Israel), castiçal (remanescente* da Igreja). – Vede: Jr. 11:16/Zc. 3:1_ 4:14.
(*) Remanescente: Aqueles que guardarão os princípios de Deus.
“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se removam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas as coisas, sabei que está próximo, ás portas. “ (Mt. 24:32,33)
OBS.: COMENTÁRIO III
Pelos símbolos envolvendo a questão das Duas Testemunhas, também há aqueles que acreditam que as mesmas serão a Igreja ( castiçal), e Israel ( oliveira), conforme referências bíblicas já citadas, todavia entra em questionamento, até quando a Igreja permaneceria na terra, a fim de dar testemunho.
DETALHE: Ao ser dito que os seus corpos jazerão na praça da Grande Cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, preste muita atenção: 1) Apocalipse faz referência a Grande Cidade, como sendo : Roma, Babilônia, A Prostituta que reina sobre os reis da terra, e em fim, com simples conclusão a “Igreja” Católica Apostólica Romana. Bem, em virtude de a Grande Cidade reinar sobre toda terra, é possível também desenvolver o pensamento de que os corpos mortos NÃO estejam em um local específico, mas espalhados por toda terra ( mundo); pois também podemos entender de duas maneiras a expressão: onde seu Senhor também foi crucificado. Ou seja: especificamente Jesus foi crucificado fora de Jerusalém, e em sentido genérico, foi crucificado no mundo.
OBS.: COMENTÁRIO IV.
Os dois Ungidos (duas oliveiras) são: Josué, representando a autoridade religiosa e, Zorobabel, representando a autoridade civil, eles são arquétipos das duas testemunhas mencionadas em Ap.: 11: 3-4.
LEMBRETE : Não esquecer que dois (2), é símbolo de uma operação na qual Deus está agindo , e tem “ pressa” em realizar (Ex.: dois sonhos de José, e dois sonhos de Faraó, os quais significam a mesma coisa).Portanto, as duas testemunhas podem não ser dois , mas sim uma única ação confirmada, ou seja, mesmo que não queiram aceita-la, não poderão nega-la (Pr. Tupirani). O Arrebatamento da IgrejaARREBATAMENTO DA IGREJA
Na Segunda metade da última semana, ocorrerão: · A manifestação, propriamente dita, do anticristo – (Dn. 9:27; II TS. 2:3-9). · O arrebatamento da igreja – Dn. 7:25; Ap. 12:6-14; Mt. 25:6; Lc. 21:34-36 e os flagelos da grande tribulação.
O dia e a hora ninguém sabe, ´e mistério de Deus, porém os sinais que precederão o arrebatamento foram revelados. Será quando se manifestar o filho da perdição, o anticristo (II Ts. 2:1-4), em meio à grande tribulação, ou seja, à meia-noite dos tempos (Mt. 25:6). Sinais que precederão o arrebatamento
· Multiplicação da ciência: · Meios de transportes – Naum 2:4 · Meios de comunicação – Ap. 11:9 · Multiplicação da iniqüidade – Mt. 24:12 · Poder nuclear – Lc. 21:26 · Guerra e rumores de guerras – Mt. 24:6 · Falsos Cristos – (enganadores) _ Mt. 24:6 · Fome, peste – Mt. 24:7 · Nação contra nação – Mt. 24:7 · Terremotos – Mt. 24:7 · Escândalos e traições – Mt. 24:10 · Falsos profetas – Mt. 24:11 · Desamor - Mt. 24:12 · Glutonaria e embriagues – Lc. 21:34 · Apostasia – II Ts. 2:3 · Identificação do anticristo – (sem farsa) – (II Ts. 2:3,8; Dn. 7:25). · Bramido do mar e das ondas – (armas submarinas) – Lc. 21:25 · Desregramento sexual – Mt. 24:38 · Prioridade à vida material – Lc. 21:34 · Reconstrução do Templo de Jerusalém II Ts. 2:4
Os que serão arrebatados:
· Todos os que morrem salvos – 1 Co. 15:52-56; 1 Ts. 4:16 · Os que tiverem em santidade – Hb. 12:14 · Os que estiverem vigiando – Mt. 24:41-44; 25:13; Mc. 13:37; Lc. 21:34-36 · Os que estiverem cheios do Espírito Santo – Mt. 25:4,10 · Os servos fiéis – Mt. 25:23
Os que não serão arrebatados:
· Os servos maus – Mt. 24:46-51 · Os servos inúteis – Mt. 25:30 · Os que se esvaziarem do Espírito – Mt. 25:8 · Os que não tiverem vigiando e estiverem sobre o domínio do pecado – Lc. 21:34-36
ARREBATAMENTO DA IGREJA
O arrebatamento da igreja se divide em duas partes: 1. Ressurreição dos mortos. I Co. 15:52 2. Transformação dos vivos. I Co. 15:52
1. RESURREIÇÃO DOS MORTOS Ressurreição é redenção ou transformação do corpo mortal em corpo imortal, espiritual – (Rm 8:23; 2 Co. 3:18; I Co. 15:42-44; I Co. 15:52). Depois da morte física, o crente vai imediatamente para onde está Jesus. Não há demora entre a morte física e o comparecimento do salvo à presença de Deus (Lc. 23:42,43: Rm. 8: 38,39). Os espíritos dos salvos para a ressurreição estão em Cristo no céu (Lc. 23:42,43; Jo 17:24; Jo 12:26; Fl. 1:21,23; 2 Pe. 1:13,14; 2 Tm. 4:6; 2 Co. 5:1,2,6,8). O homem possui corpo, alma e espírito. A alma e o espírito são distintos, porém, inseparáveis; somente o poder de Deus e a sua palavra podem penetrar nesta divisão: “...A palavra de Deus penetra... até ao ponto da dividir alma e espírito ... “ Hb. 4:12.
2. TRANSFORMAÇÃO DOS VIVOS EM CORPOS ESPIRITUAIS
Os vivos serão transformados “ porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptibilidade e que o corpo mortal se revista de imortalidade “. 1 Co. 15:52-54; 1 Ts. 4:17.
CENA DO ARREBATAMENTO DA IGREJA
A trombeta soará. 1 Co. 15:51,52 Os mortos ressuscitarão primeiro. I Co. 15:52; I Ts. 4:13, 14,16 Os vivos serão transformados. I Co. 15:52; I Ts. 4:15,17 O encontro do Senhor com a igreja será nas nuvens - 1 Ts. 4:16,17
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